sábado, 31 de janeiro de 2009
O Feitiço do Império
Uma sequência de acontecimentos feliz. No blogue dos antigos alunos do Liceu
que frequentei, Filipa de Lencastre, a Katiuska publicou umas lindíssimas fotos de vários cinemas de Lisboa que já não existem, pelo menos com a estéctica dos idos anos. Fiz menção ao facto de nesse leque de (volto a repetir) belíssimas fotografias (sobretudo por tudo o que invocam), não constar quer o Tivoli, quer o Éden. O João logo corrigiu indicando a fotografia em que é possível distinguir o Éden na Praça dos Restauradores. Fui verificar e confirmei. Logo de seguida o João, como estudioso que é da matéria, apercebeu-se de que o filme em exibição na altura (anos 30/40?) era O Feitiço do Império do realizador António Lopes Ribeiro. Uma delícia.
Fazem falta
"Em 1974 surge o Partido Cristão Social Democrata, que dias depois de se ter formado une-se ao Partido Democrático Popular Cristão. Ainda no mesmo ano, fruto de uma dissidência, constitui-se o PDC. São seus dirigentes: Nuno Calvet de Magalhães, Henrique de Sousa e Melo, José Mendes da Fonseca, entre outros. Conforme o disposto nos seus Estatutos, "pretende colocar todos os poderes públicos ao serviço do Povo, segundo os princípios democráticos e de harmonia com a moral, o direito, a liberdade e as responsabilidades cristãs" (in Artigo 1º, Capítulo I dos seus Estatutos). O semanário "Presença Democrática" é uma publicação sua. Inscrito oficialmente no Supremo Tribunal de Justiça em 13/02/1975. É extinto pelo Acórdão 529/2004 do Tribunal Constitucional, publicado no Diário da República, II Série, em 20/08/2004."
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Alferes Robles
Imundice!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Em Legítima Defesa.
Infelizmente, o mundo actual atravessa um período ainda de violência. Digo ainda, porque, se compararmos a actualidade com o passado, sem dúvida que a mais simples observação permite dizer que apesar de tudo há menos guerras, menos crimes, em resumo, menos violência. E aspiramos, todos, concerteza, a que no futuro haja ainda menos violência e que no futuro ainda mais à frente cheguemos a um momento de perfeita paz e tranquilidade. Um momento em que as relações entre os Homens, aos mais diversos níveis, atinjam a... perfeição. Mas, de facto, ainda não chegámos lá. As ameaças existem. Continuam a existir. E é nesse contexto que acredito que o Estado não tem, ainda, o direito de retirar ao Indíviduo a sua capacidade de auto-defesa. A auto-defesa numa situação limite, a auto-defesa numa circunstância extrema. A auto-defesa e a defesa da sua Família.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Vai uma Tarrachinha?
A Tarrachinha é a arte de practicar sexo em pé, enquanto se dança (apenas por pretext0) e sem tirar a roupa. Com os brancos funciona como anti-concepcional uma vez que depois de dançar já não..., enfim... Bem, não gosto de me expor, mas sou de facto eu a passar à frente da câmara mais ou menos a meio do vídeo.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
"Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem"
O meu humilde mas sentido Obrigado aos mais recentes heróis de Portugal (portugueses brancos e portugueses negros, no "fim" portugueses apenas), pois que também por mim combateram. Obrigado.
Pequeno contributo ao esclarecimento das Ideias
Não me julguem Salazarista. Não o sou. Mas penso que nunca é demais dar a conhecer o outro lado da verdade sobre um período de que não devemos ter vergonha. Muito pelo contrário. Nos últimos 30 anos toda uma campanha de intoxicação, ou pelo menos ideológicamente interessada, tem sido levada a cabo nas escolas e universidades portuguesas. Uma campanha que omite a verdade, ou pelo menos grande parte dela, uma campanha que leva o indíviduo em formação (o aluno) a interiorizar toda uma série de preconceitos. Pertenço a essa geração e sei bem o quão "proíbido" era (ainda é?!), em qualquer sala de aula, do Liceu à Faculdade, sequer questionar, com vista a entender, as razões, os porquês, do Estado Novo. O vídeo acima, totalmente descomprometido, a não ser com a verdade, é engraçado, até pelos últimos planos, em que o autor, recorrendo a um excerto do clássico Casablanca, nos permite perceber como, apesar de tudo, naqueles anos da II Grande Guerra, Portugal, mais do que o inferno que muitos nos querem fazer crer que era, era, afinal, o sonho de muitos quantos fugiam da guerra e procuravam a paz e a liberdade.
Cria uma pessoa um filho para isto!
Pergunto, mas afinal aonde terei falhado? ... Sempre disse, a propósito da escolha clubística do meu filho: "religião e sexo, ele que escolha quando fizer 18 anos, agora o clube é que não. É Benfiquista e está acabado". Já fiz de tudo, comprei-lhe um equipamento do Glorioso, levei-o ao estádio (catedral), etc, etc... Agora, desde os 5 anos diz-me que é do Sporting!!! Eu sei de quem é a culpa, é daquela escola queque em que ele anda, e de uma tia, e de outra e ... bem, não interessa. Isto não fica assim! Mas já agora, e falando mais a sério, quando é que voltamos a ter um verdadeiro e Glorioso Benfica (sim porque o actual, não há Flores que lhe valham!). Até nisto os idos e gloriosos anos provocam saudade. Mas o futuro está aí a bater à porta, seja do Benfica, seja do Sporting (Porto é que não porque há limites para tudo e a roubalheira dos últimos anos também tem sido demais!).sábado, 24 de janeiro de 2009
Três dias de ilusão!
Sabe Deus que tentei ser positivo em relação à eleição do já presidente dos Estados Unidos da América, Barak Obama (vide post Confesso!). Quis acreditar na sua espiritualidade, que os Valores Cristãos prevaleceriam. Quis acreditar... Mas passados três dias apenas e no seguimento da pronta acção que tomou visando acabar com a tortura (Guantânamo) e travar a guerra (Iraque e Gaza), eis que vejo a terrível notícia. Terá dado indicação visando a promoção/apoio dos Grupos pró-aborto. Sendo de vida inocente que se trata, a mais inocente de todas pois que ainda no ventre da sua mãe se encontra, em mais nada posso acreditar... Haverá tortura maior?! Haverá guerra mais injusta?!sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Neste caso, sou fã e por favor não se "calem"!
Woody Allen foi (é) um dos realizadores que mais me marcou. Pelo seu humor muito especial, inteligência, irreverência e, claro, talento. A mim e a muitos outros. Vi, practicamente, todos os seus filmes.quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Sou fã, mas por favor calem-se!
Tanto o Prémio Nobel José Saramago como o (ex) Campeão do Mundo de Futebol Diego Maradona são figuras de inquestionável valor nas actividades que os celebrizaram. Não sendo um especialista em matéria literária e tendo lido apenas dois livros do Saramago (Memorial do Convento e O Homem Duplicado), não deixo, no entanto, de fazer fé nos especialistas que há uns anos o consagraram. Já sobre o Diego Armando Maradona (até sei o nome do meio!) posso falar com mais autoridade pois de futebol percebo eu (para os jogos que já vi, quer no estádio quer na tv, devia ser selecionador nacional. Eu e... mais dez milhões de portugueses!). Bem, de facto, o Maradona foi um grande jogador de futebol. Perguntarão, mas o que têm os dois em comum? Têm em comum algo que me irrita solenemente e que não é mais do que o uso e o abuso que estas duas personagens fazem do reconhecimento que têm para fazerem permanente propaganda ideológica (ainda por cima marxista). E o mais grave é que se percebe, mal abrem a boca, que como doutrinadores ideológicos têm, respectivamente, muito pouco de Prémio Nobel e de Campeão do Mundo. quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Falo de homenagem ao 25 de Abril
Veja-se a diferença de envergadura entre o falo do 25 de Abril e a coluna atrás, erigida no Estado Novo. Não tenho simpatia especial pelos últimos anos do Estado Novo mas tenho ainda menos por aquilo que o falo, em primeiro plano na foto, simboliza. Aliás, o falo minúsculo é adequado áquilo que representa.Ponte Salazar!
Confesso!
Confesso (II) - Sou Cristão. Ou melhor, gostava de o ser, tento ser. Mas na verdade não sou mais do que um mísero pecador.
Confesso (III) - Gosto do Obama. Não pela moda. Não, certamente, com o esterismo de toda uma esquerda (na sua maioria bem instalada) que pensa que o Obama é, ou vai ser, aquilo que não é nem vai ser. E por uma simples razão: o Obama é, como a maioria dos americanos o é (caracteristica que os faz ser tão diferentes da tal esquerda que polula por esta europa fora), um homem de Fé. Que não tem medo de o exteriorizar, a todo o momento. Espero pois, uma governação americana nos próximos anos de inspiração verdadeiramente Cristã, que vá ao encontro das aspirações das pessoas, que seja justa, solidária, caritária, e sempre firme na defesa dos seus Valores, pronta a defendê-los apesar dos sacrifícios eventualmente daí decorrentes. Esta última, outra e decisiva diferença entre os Estados Unidos da América e a Europa (alguma vez os europeus estão disponíveis para qualquer sacrifício tendo em vista a defesa de algum Valor que defendam? Não, e, simplemente, porque na verdade não têm Valores que verdadeiramente defendam).
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
"Fiquei chateado" ?!
Este senhor, excelente cavaleiro tauromáquico, diga-se de passagem, não é louco não senhor (embora possa parecer!). Diz é que ficou chateado. Se ficar chateado lhe dá para aquilo... Imagine-se como será no trânsito cada vez que se chateia.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Violações Ideológicas
Há pessoas que dão a ideia de terem sido ideologicamente violadas quando pequenas por um qualquer ideólogo de "direita". O trauma com que ficaram vê-se pela forma raivosa e angustiada como falam de tudo o que lhes soa a “direita”. É o caso do “fedorento” Ricardo. O mais alto, o que às vezes tem graça! O trauma deste rapaz chega ao ponto de o fazer confundir as piadas que é suposto fazer com propaganda de esquerda comunóide. Não se deveria era esquecer de que a maioria dos seus espectadores, os que contribuem para o sucesso que tem vindo a conseguir, o vêem por ser engraçado e não pelas suas filiações partidárias ou crenças ideológicas. Mas sendo com certeza um trauma profundo, acredito que seja difícil controlar. O grave é que muitas vezes os violados tornam-se os piores violadores!O pior de todos!?
2904 dias que valeram a pena!
Portugal hoje é o que é e não há volta a dar! Mas há uma coisa de que me orgulho: vivi 2.904 dias no Portugal do Império. Um Portugal que existiu (sim, existiu, foi uma realidade!) durante quase 500 anos. À custa de muito suor e sangue! De muitas vidas. Quantos não morreram por esse Portugal? Certamente muitos mais do que os que morreram pelo Portugal de hoje. Por isso, talvez, o Portugal de outrora era Grande. O Portugal de hoje é pequeno. Entendo parte do que se passou e nos levou a ser pequenos. Mas apenas parte... E tenho pena.






