terça-feira, 29 de dezembro de 2009

De ourives vítima de assalto a acusado de homicídio!!!

Os peritos em criar páginas de fãs disto e daquilo no Facebook bem podiam criar uma para o ourives que ao se defender de assaltantes armados que não hesitaram em disparar na tentativa de o matar, se vê agora acusado de homicídio pelo Estado português por via do Ministério Público... O mesmo Estado português que nada faz que se veja para acabar com os assaltos violentos que repetidamente se verificam por todo o país, ultimamente em especial no Algarve, e que têm por alvo preferencial idosos sem capacidade de defesa. Continuem a proibir a posse de armas a quem se quer defender e às suas famílias e entreguem-nas de vez aos criminosos que vamos no bom caminho. Só é pena que quem toma essas decisões tenha em regra vários seguranças privados e "não privados", mas sempre bem armados, à sua porta...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fim-de-semana

Um fim-de-semana muito bem passado no Porto. Com uma anfitriã muito simpática, numa casa a transpirar história, paredes meias com a Sé Catedral. Vista soberba sobre o Douro, a Ribeira, Gaia, as Caves e a Ponte D. Luís I. No sábado, pequeno-almoço no Majestic, um passeio a pé pela baixa, um cozido à portuguesa num restaurante bem escolhido, a exigir uma caminhada mais, agora na Foz, a observar a força das ondas a norte. Um serão agradável, antecedido pelo pouco animador Portugal x Bósnia, de imediato esquecido. Noite violenta no que às forças-da-natureza diz respeito, com o vento e a chuva a fazerem-se sentir ruidosamente. No Domingo de manhã, travessia a pé e à chuva da Ponte D. Luís I, com as vistas fotografadas sem descanso, e com o regresso a fazer-se, sem bilhete por questões operacionais, no ainda muito recente eléctrico que liga o Porto a Gaia (ou vice-versa). Almoço no buffet de Serralves, seguido de uma visita às exposições patentes (interessante a obra fotográfica de Augusto Alves da Silva, dispensando-se um pormenor de propaganda ideológica barata que não interessa aqui aprofundar). Tempo ainda para um último passeio de carro, sempre sob uma chuva ininterrupta, uma vez mais pela Foz, Ribeira e Baixa portuense. Devidas despedidas e agradecimentos à simpática anfitriã que nos proporcionou tão bem passado fim-de-semana, sendo tempo de voltar a casa. Não sem antes nos perdermos nos acessos à auto-estrada como, aliás, já antes tinha acontecido em sentido inverso na chegada ao Porto. Uma viagem sempre debaixo de muita chuva mas tranquila e bem disposta, a caminho de Lisboa... (a reportagem fotográfica virá a seguir por outra via).

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cheira a campeonato...

sábado, 10 de outubro de 2009

Detesto!

Detesto conversetas, conversa fiada, conversas cruzadas, e outras conversas afins. É algo para que não tenho pachorra e que me deixa realmente mal disposto...

Dia de todas as decisões...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Knowing...

Só agora vi, e em DVD. Muito giro! Dos melhores que tenho visto sobre extra-terrestres, fim do mundo, etc... E com um final à altura o que, na maioria das vezes, não acontece. Recomendo vivamente!!!

domingo, 27 de setembro de 2009

Dia de praia na Zambujeira do Mar

Grande dia de praia na Zambujeira do Mar. Um dos melhores do ano, numa praia de excelentes recordações e a que não ia há alguns anos. Mas em Lisboa, mais exactamente no Filipa, às 18:59h, ainda a tempo de votar! Os resultados!? Exactamente o que previa. Novas eleições daqui a 2 anos, então sim, a valer e decisivas para Portugal...

terça-feira, 28 de julho de 2009

Santana Lopes x António Costa

Quem viu e ouviu, com atenção, o debate de hoje, só por masoquismo ou falta de honestidade intelectual pode ter dúvidas quanto à superioridade política do primeiro face ao segundo. E o resto é conversa (ou defesa do tacho)!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Rodrigo Emílio

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Significa «servir» ou «Salazar»?

O António Alçada Baptista conta esta história no seu livro A Pesca à Linha - Algumas Memórias.

Significa «servir» ou «Salazar»?

Isto passou-se durante aquelas movimentações que precederam as eleições em que o Humberto Delgado era candidato. A oposição dizia que o «S» que a Mocidade Portuguesa ostentava no cinto significava Salazar. A União Nacional dizia que significava Servir. O Dr. Francisco Leite Pinto era ministro da Educação e telefonou para o Eng.º Nobre Guedes, fundador e primeiro Comissário da MP, e perguntou-lhe:
- Olha lá! Tu é que te deves lembrar disso: o «S» da MP significa Salazar ou Servir?
Ele respondeu:
- Eu acho melhor não te meteres nisso porque se alguém me perguntar eu tenho que responder: Significa «Salazar». Fui eu, como Comissário Nacional que o determinei, de acordo com os meus adjuntos Dr. Francisco Leite Pinto e Tenente Humberto Delgado.

domingo, 28 de junho de 2009

sábado, 27 de junho de 2009

Estão marcadas!

Legislativas a 27 de Setembro e Autárquicas a 11 de Outubro.
Que cada um dê o melhor contributo que puder, como puder, por Portugal. Claro que, nestas, tão próximas, datas, a haver mudanças, será apenas a das moscas. Assim, o mais importante é ir abrindo a mentalidade das massas para a necessidade de uma verdadeira alternativa de Direita (que não do Centro-direita envergonhado e comprometido, pois esses já lá estiveram e mostraram bem o quanto - não - valem, quando, pelas tricas e interesses pessoais mesquinhos, entregaram Portugal e Lisboa à Esquerda, ao primeiro revés e/ou oportunidade que tiveram). Passados 35 anos sobre 25A74, não é, concerteza, a Direita dos Valores que tem de ter vergonha. Vergonha deverá ter a Esquerda abrilista e todos os que governaram neste centrão esquivo e interesseiro, que levou Portugal ao pântano em que hoje se encontra. Não nos iludamos, qualquer solução que passe pelo PS ou PSD/CDS, é mais do mesmo. Uns poucos portugueses com tudo, todos os outros sem nada. Soluções com o Bloco ou o PCP, por sua vez, seriam o fim, definitivo, de Portugal.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Projecto que sirva Portugal

Que as palavras do Corcunda no comentário ao post abaixo, e as dos posts anteriores com elas relacionadas, sirvam para inspirar, quem de direito, na construção de um Projecto que sirva Portugal.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Qualquer meio passo é melhor que passo nenhum!

Pois é, Corcunda, de facto, muito do que diz, a ser verdade, e, sinceramente, não conheço o PNR por dentro para poder contra-argumentar, apresenta-se, certamente, como contrário àquilo que defendo para o nosso Portugal. Mas uma coisa lhe digo, qualquer meio passo é melhor que passo nenhum. Entre baixar os braços, e abraçar aquilo que minimamente se afigura como alguma coisa, fase ao cenário catastrófico em que nos encontramos, opto pela segunda. Quanto à analogia que fez: O Diogo discorda de que o povo português não se reveja no PNR. Diz que para não se rever seria preciso conhecê-lo. Espero que quando alguém vier afirmar que o Diogo está loucamente apaixonado por uma nonagenária de Lamego, ele diga o mesmo, “que não se pode afirmar que não estejam apaixonados por não se conhecerem”, ainda que de uma ironia apreciável, falha, sobretudo, no que respeita ao dimencionamento das possibilidades e à caracterização da personagem. Começando pela segunda, o PNR não será uma nonagenária de Lamego, uma vez que o herdeiro político legítimo, ou pelo menos o único que o reclama, do último período da História em que Portugal foi ainda Portugal, o Estado Novo, está longe de ser uma tal personagem. Antes, talvez, uma quarentona inteligente, bem parecida e apetrechada. Quanto ao dimensionamento das possibilidades, não teremos certamente à disposição cinco milhões de mulheres (admitindo, apenas para a caricatura, existirem em Portugal dez milhões de pessoas e que dessas metade sejam mulheres, e excluindo também, de todo, outras preferências sexuais), pelas quais nos possamos apaixonar. O que temos (tivemos nas últimas eleições), são treze "mulheres", de face, personalidade e intenções, bem distintas, mas todas predispostas e ansiosas pelo casamento. Se me disserem que será pela "quarentona" que me vou apaixonar, na inevitabilidade de que tal tenha que acontecer por uma das treze, admitirei, pelo menos, que só depois de conhecer a "quarentona" poderei dizer se o sentimento é recíproco, e se será essa que escolherei. Finalmente, e deixando-me de analogias, para que compreenda exactamente o seu pensamento, pergunto-lhe se o Estado Novo foi também, no seu entender, aquilo a que chama o Anti-Portugal?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Glória ao Conquistador! Glória ao Fundador! Glória ao Grande!

D. Afonso Henriques, Afonso I de Portugal, nascido há 900 anos.

Diz o Corcunda...

...no post que publicou, sob o título Mais vale só, a propósito dos recentes resultados nas eleições europeias, que "O PNR demonstrou mais uma vez ser um partido (e um partido é a sua gente) em que os portugueses não se revêem, tendo ficado, apesar da linguagem moderada e da serenidade de HNO, atrás da seita “pós-hippie” do Luís Filipe Guerra, o que dificilmente abrirá perspectivas para o tal deputado da próxima legislatura (há quatro anos não se falava de outra coisa na blogosfera...)".

Perdoe-me caro Corcunda mas não posso concordar com a afirmação de que os portugueses não se revêem no PNR. E não concordo, porque para que não se revissem seria preciso que o conhecessem. Ao Partido, às suas ideias, às suas propostas. E, como o Corcunda sabe perfeitamente, esse conhecimento, do Partido e da sua mensagem, não é permitido pelo "Sistema". A brutal e escandalosa desigualdade, face à exposição na media (des)informativa, e face ao orçamento que os Partidos do "Sistema" detêm, por comparação, para as campanhas eleitorais, não permite, neste momento, dar a conhecer o PNR aos portugueses. Quantos cartazes 8x3 (meio mais eficaz neste tipo de campanhas), do PNR, foram utilizados na campanha eleitoral? Eu, não vi nenhum. Houvesse orçamento, houvesse capacidade política para delinear uma estratégia de campanha, com os motes certos, ao encontro daquilo que são as verdadeiras aspirações dos portugueses, e talvez, qual talvez, de certeza, que se provaria que o PNR vai ao encontro daquilo por que os portugueses mais anseiam. Quem os defenda, enquanto portugueses, face às mais diversas ameaças com que hoje se confrontam. Seja ao nível da insegurança física, da insegurança no que respeita à sua capacidade de alimentar as famílias que deles dependem, a bandalheira em que vivemos, a injustiça de meia dúzia tudo terem e dos restantes andarem à míngua, dos ataques e desprezo com que vêem a sua fé deparar-se todos os dias, o analfabetismo em que continuam, apesar de todas as (falsas) promessas de desenvolvimento que lhes fizeram, o sentirem-se excluídos de todas e quaisquer decisões que tenham realmente relevância, etc, etc... E a isso tudo, caro Corcunda, no actual cenário político, não vejo que outro Partido, que não o PNR, possa dar resposta condigna. Agora, para isso, chega de nos virarmos para dentro ou para o espelho, orgulhosos de nós próprios, esquecendo o que verdadeiramente interessa, a Pátria Portuguesa, O Povo Português, com a Graça de Deus. Unamo-nos pois! Viva Portugal.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sobre o Prémio Lemniscata, cumprimento da segunda regra.

A primeira regra, cumpri-a em post abaixo. A segunda, responder à pergunta - o que significa ser um Homo sapiens (sapiens)? - essa, pela incapacidade de o fazer com o mínimo de convicção, que não repetir banalidades por todos conhecidas, provará o quão imerecido foi a atribuição desse prémio e este humilde blogue. Como Sócrates, só sei que nada sei (ele, de tanto que sabia, eu, porque de facto não sei nada), quanto mais o que significa ser Homo sapiens.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Neuza Silva

Perdeu 6-1 e 7-5 com a Serena Williams na primeira ronda de Wimbledon. Perdeu, mas gostei do ténis e da personalidade. Temos Raça Portuguesa.

Como as pessoas!

Isto dos blogues, é como as pessoas. Refiro-me ao ditado. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

domingo, 21 de junho de 2009

Prémio Lemniscata

A Cristina e o Pedro tiveram a amabilidade de me atribuir o prémio Lemniscata. Segundo pesquisa que, sendo fácil, me foi obrigatória, uma vez ser algo novo nisto dos blogues (estreei-me não fazem ainda seis meses), considero ser esse prémio mais devido a grande simpatia, quer da Cristina, quer do Pedro, do que realmente a meu merecimento.
Segundo as regras, devo, também eu, atribuir o mesmíssimo prémio a sete outros blogues. Confesso que não vou muito em correntes mas, neste caso, a consideração que tenho pela Cristina e pelo Pedro, e, porque não, pelo próprio Prémio Lemniscata, fazem-me sentir, tudo somado, a isso obrigado. Atenção, faço-o por obrigação mas faço-o também com muito prazer. Assim, atribuo este Prémio Lemniscata, não por outra ordem que não seja a alfabética, aos seguintes blogues:
Sonhar que...

Nota: Ainda que não tenha visto nas regras qualquer obrigação do tipo "passa a outro e não ao mesmo", para que não parecesse devolução gratuita de simpatia, não indico os blogues Estado Sentido e Café da Insónia. Como sabem, e é fácil de ver nos blogues que "sigo", fazem ambos igualmente parte das minhas preferências.

sábado, 20 de junho de 2009

Serôdia mocidade

Aos quarenta e quatro anos a razão pode muito, se o coração já está enervado e enfraquecido de lutas e quedas; todavia, a razão dos quarenta e quatro anos é ainda frouxa e transigente, se o coração começa a amar tão a desoras. Não se calculam as misérias e parvoíces desta serôdia mocidade!

Camilo Castelo Branco (A Queda dum Anjo, 1865)

Há muito que não fazia isto!

Sair da praia às 8:45h da tarde (noite?). Cheguei às 5:00h, para evitar o calor do meio da tarde e as bichas. Bem, essas estariam na marcha do orgulho gay, lésbico, bisexual, travesti, transexual, pansexual, zoosexual, e outras predileções sexuais que me escapem, que hoje decorreu na Av.ª da Liberdade, em Lisboa. Realmente, esta avenida dá para tudo. Quanto à questão do orgulho, cada um orgulha-se com o que fode (perdão, pode). Mas, dizia eu... o que é que eu dizia?? Já sei, para evitar o calor e as bichas (filas). Evitei as bichas, mas calor estava, e esteve até bem tarde. O mar, maravilhoso. As ondas, maravilhosas. Ou seja, um dia de praia de agradecer aos céus.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Enfermidades dos portugueses de hoje, como nos do final do século XIX: Idiotismo e Ténia (confundidos, respectivamente, por Amor e Achaques)!

Duas enfermidades há por aí cujos sintomas não descobrem as pessoas inexpertas; uma é o amor, a outra é a ténia. Os sintomas do amor, em muitos indivíduos enfermos, confundem-se com os sintomas do idiotismo. É mister muito acume de vista e longa prática para discriminá-los. Passa o mesmo com a ténia, lombriga por excelência. O aspecto mórbido das vítimas daquele parasita, que é para os intestinos baixos o que o amor é para os intestinos altos, confunde-se com os sintomas de graves achaques, desde o hidrotórax até à espinhela caída.

Camilo Castelo Branco (A Queda dum Anjo, 1865)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O Blogue!

O blogue 0 sexo dos anjos, da autoria de Manuel Azinhal, é um dos meus preferidos na blogosfera nacional. Possivelmente, é mesmo o meu preferido. Tem textos simplesmente magníficos. Profundos, eloquentes, pertinentes, extremamente bem escritos, com alma e veracidade incomparáveis. Deixo abaixo dois links que merecem, mais do que merecem, exigem, a leitura de todos.
Muitos mais poderia escolher tanta é a "fartura", mas deixo ao critério dos interessados (que, porventura, não conhecessem ainda este blogue), fazerem uma procura nesta "fonte" de clarividência, na justa medida do seu interesse.
Obrigado Manuel, pelo favor que nos presta.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Uma nova esperança: Benfica, Vencer, Vencer!


CAMPEONATOS NACIONAIS

1934/35 - Porto

1935/36 - Benfica
1936/37 - Benfica
1937/38 - Benfica
1938/39 - Porto
1939/40 - Porto

1940/41 - Sporting
1941/42 - Benfica
1942/43 - Benfica
1943/44 - Sporting
1944/45 - Benfica
1945/46 - Belenenses
1946/47 - Sporting
1947/48 - Sporting
1948/49 - Sporting
1949/50 - Benfica

1950/51 - Sporting
1951/52 - Sporting
1952/53 - Sporting
1953/54 - Sporting

1954/55 - Benfica
1955/56 - Porto
1956/57 - Benfica
1957/58 - Sporting
1958/59 - Porto
1959/60 - Benfica

1960/61 - Benfica
1961/62 - Sporting
1962/63 - Benfica
1963/64 - Benfica
1964/65 - Benfica
1965/66 - Sporting
1966/67 - Benfica
1967/68 - Benfica
1968/69 - Benfica

1969/70 - Sporting

1970/71 - Benfica
1971/72 - Benfica
1972/73 - Benfica

1973/74 - Sporting
1974/75 - Benfica
1975/76 - Benfica
1976/77 - Benfica
1977/78 - Porto
1978/79 - Porto
1979/80 - Sporting

1980/81 - Benfica
1981/82 - Sporting
1982/83 - Benfica
1983/84 - Benfica
1984/85 - Porto
1985/86 - Porto
1986/87 - Benfica
1987/88 - Porto
1988/89 - Benfica
1989/90 - Porto

1990/91 - Benfica
1991/92 - Porto
1992/93 - Porto
1993/94 - Benfica
1994/95 - Porto
1995/96 - Porto
1996/97 - Porto
1997/98 - Porto
1998/99 - Porto
1999/00 - Sporting

2000/01 - Boavista
2001/02 - Sporting
2002/03 - Porto
2003/04 - Porto
2004/05 - Benfica
2005/06 - Porto
2006/07 - Porto
2007/08 - Porto
2008/09 - Porto


TOTAL GERAL

Benfica - 31 campeonatos
Porto - 24 campeonatos
Sporting - 18 campeonatos
Belenenses - 1 campeonato
Boavista - 1 campeonato


COMPARATIVO POR DÉCADAS


Anos 30 - Empate Benfica 3 x 3 Porto
Anos 40 - Supremacia do Sporting
Anos 50 - Supremacia do Sporting

Anos 60 - Supremacia do Benfica
Anos 70 - Supremacia do Benfica
Anos 80 - Supremacia do Benfica

Anos 90 - Supremacia do Porto
Anos 00 - Supremacia do Porto

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Carta dirigida a um amigo, a propósito do movimento Nacionalista!

Caro amigo,

Passei pelo Camões, de forma discreta, para sentir o ambiente. Poucos, sobretudo skinheads, embora não só, os suficientes, porém, para agitarem o Chiado à sua passagem. Depois, peguei no carro e fui até aos Restauradores, a tempo de os ver chegar e de ouvir parte do discurso do José Pinto-Coelho.
Como disse no comentário que referiste, se a mensagem começar a ser mais política e menos "histórico-bélica", sobretudo menos bélica, acredito, claramente, que o Nacionalismo tem muito espaço de crescimento em Portugal.
Mas, como disse também, a mensagem tem que ser dirigida ao Povo. Os 20% de votos que a extrema-esquerda teve não expressa mais do que isso mesmo (as pessoas, se preciso for, não têm problemas em "radicalizar" a sua posição, caso vejam nessa posição o espelho da sua causa, das suas aspirações e das suas dificuldades, que hoje são tantas).
Depois, foram, de facto, 20%, mas de apenas 37% (os que votaram). 6 portugueses em cada 10 não votaram. Entre esses, muitos serão fiéis a Portugal, aos portugueses e à sua História. E o que é o Nacionalismo senão isso mesmo?
Agora, Nacionalismo é uma coisa, fascismo ou radicalizações eugénicas de pendor Nazi são outra (afinal, para mim, é mais português um preto que combateu por Portugal e pela bandeira portuguesa, e que, se preciso foi, pela Pátria morreu, do que um branco desertor que entregou o Império aos comunistas e aos interesses americanos).
Eu, caso me fosse pedida a opinião, apostaria num Nacionalismo vincadamente de Direita (um nacional-socialismo "moderno", começando por propor um regime Presidencialista que oportunamente propuzesse eleições presidenciais mais espaçadas no tempo; embora pudesse promover eleições de tipo local, e mesmo referendos, mais regulares, em contraponto). E, claramente, de inspiração Cristã (NT).
A esquerda radical tem-se apropriados de conceitos que podem e devem (por direito) ser conceitos de combate político por parte dos Nacionalistas (sabemos que quando isso acontecer lhes chamarão demagógicos e populistas, e que terão igualmente de combater os interesses capitalistas, que tudo sugam, deixando ao Povo e, portanto, à Pátria, apenas as migalhas que não conseguem digerir. Mas que interessa se a razão estiver, como está, do seu lado?).
O Nacionalismo deverá, assim, dirigir-se às questões políticas que interessam às pessoas comuns (segurança, emprego, imigração, saúde, educação, justiça, cultura, etc..., no fundo, os pilares em que assenta a organização do Estado), tendo como moldura e por inspiração, a grandiosa História de Portugal (de que a esquerda tanto se envergonha e, mesmo, renega).
E, finalmente, mas decisivo, deverá ter, como factor de sustentação ético-moral, a Orientação Maior e Inquestionável, não de um qualquer escritor ou poeta mais inspirado e de escrita fácil, mas sim de Deus Pai, Todo Poderoso, que enviou à Humanidade, por via do seu filho Jesus Cristo, os ensinamentos que, "simplesmente", temos que seguir, e que nos permitem ter Esperança numa Vida plena de Realização.
Ensinamentos como Verdade, Justiça e Exigência, mas também Amor e Perdão.
A Deus o que é de Deus e a César o que é de César. Sendo essa uma verdade que O próprio Jesus Cristo nos ensinou, arriscaria humildemente dizer também que o que é de César não pode contrariar o que é de Deus.
Saiba o PNR (ou outro qualquer Partido desse espectro político) construir a partir de tudo isto uma "receita" que resulte numa mensagem política coerente e credível, e o crescimento é inevitável.
Finalmente, dizer-te que o crescimento do Bloco não me preocupa nem um pouco. Como sabes bem, a sua base eleitoral não passa, por um lado, de uns quantos miúdos que acham graça a um Partido que lhes dá o amen ao facilitismo, às bebedeiras, aos charros e ao divertimento até à exaustão, sem qualquer responsabilidade. Estes, mal crescem um pouco, percebem que a vida não são só bebedeiras e charros, e apontam baterias noutra direcção. Por outro, de uns quantos esquerdistas do champanhe e caviar (pretensos intelectuais ou, por alguma circunstância, formadores de opinião), que gostam é de bons carros, restaurantes e viagens, e que, na iminência de uma real vitória bloquista em eleições, com tudo o que isso implicaria em seu prejuízo material, depressa arrepiariam caminho. É um Partido da moda e, como todas as modas, efémero.
Já no caso do PCP, a história é outra. Mas esses vivem hoje apenas da pirâmide demográfica invertida que temos em Portugal. Não admira que defendam o aborto como defendem. Sempre contribui para que tenham uma expressão percentual de votos que de outra forma dificilmente conseguiriam.

Um abraço,

domingo, 14 de junho de 2009

Leituras

Face a uma biblioteca que necessita ser ampliada, vejo-me na contigência, por vezes, de ler o que me vai chegando, de forma mais fortuita, às mãos. Foi o caso deste livro de António Alçada Baptista, que me foi oferecido pelo meu último aniversário. Ainda que distante do meu pensamento, sobretudo quanto às virtudes (ou falta delas, segundo o escritor) do Estado Novo, não deixam de ser interessantes os seus testemunhos sobre todo um período, pré e pós 25 de Abril, que se apresenta já como (muito) distante para todos os que como eu tinham muita tenra idade aquando da revolução. Interessantes também as suas memórias sobre uma série de personalidades, sobretudo do universo literário, mas não só, com quem privou de muito perto, como Odylo Costa (filho), Jorge Amado, Jorge Luis Borges, Agostinho da Silva, Vitorino Nemésio, Rubem Fonseca, José Escada, Lanza del Vasto, entre outros. De estilo anedótico são as Pequenas Histórias que nos conta, supostamente verdadeiras, no intervalo entre uma e outra das suas recordações mais "sérias" (transcrevo abaixo uma das que me deu mais vontade de rir). Não sendo de urgente leitura, é sem dúvida um livro que, passando-vos pela mão, não se arrependerão se com ele "perderem" algum do vosso tempo.


Uma namorada psicanalista

Acho que não é muito aconselhável ter uma namorada psicanalista porque estão sempre em serviço e, mal a gente espera, estão a analisar os nossos bocejos. Sobre este assunto nada como uma história magnífica do Luís Fernando Veríssimo que me enviaram e que, infelizmente, não sei onde a guardei.
O Luís Fernando Veríssimo, filho do querido e saudoso Érico Veríssimo, é um cronista invulgar. Há uma sua crónica, chamada «O Popular» que é uma pequena obra-prima que devia ser transcrita em todas as selectas.
Como disse, não encontro o papel, mas vou tentar reproduzir a história da psicanalista, procurando ser fiel.
Um homem tinha uma namorada psicanalista e, uma vez que estavam na cama, ela começou com conversa de psicanalista:
- Sim, porque não é só você que está aqui comigo. Está o seu pai, está a sua mãe, está aquele seu professor muito repressivo. E eu também não estou só: está meu pai, está minha mãe, está o Reboredo...
Ele aí interrompeu: - Quem é o Reboredo?
- É o meu primeiro namorado.
- Não. O Reboredo não. Ou sai o Reboredo ou eu vou embora com a minha turma...

sábado, 13 de junho de 2009

Santo António

Desde 1140 que D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, tentava a conquista de Lisboa aos Mouros, feito que só teve êxito sete anos depois, em 1147, depois de prolongado cerco imposto aos aguerridos Almóadas e com o oportuno apoio dos Cruzados, em número treze mil (grande exército de homens cristãos que vieram do Norte da Europa, rumo à Terra Santa, para expulsarem os Muçulmanos. Usavam uma cruz de pano como insígnia, daí o seu nome. Houve oito Cruzadas desde 1096 a 1270). Lisboa era pois uma cidade recém-cristã, quando na sua catedral foi a baptizar o menino Fernando Martins de Bulhões – Santo António, filho da fidalga D. Teresa Tavera, descendente de Fruela, rei das Astúrias e de seu marido Martinho ou Martins de Bulhões. Há dúvidas quanto ao apelido do pai, bem como se eram ou não descendentes de cavaleiros celtas. Sabe-se sim que D. Teresa nascera em Castelo de Paiva e o marido numa terra próxima. Viviam em casa própria no bairro da Sé quando o recém-nascido veio a este mundo, no ano de 1195, embora alguns apontem como data de nascimento 1190 ou 1191. Fernando frequentou a escola da Sé e até aos 15 anos viveu com os pais e com uma irmã de nome Maria. Aos 20 anos professou nos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em Lisboa, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Nesta ordem monástica prosseguirá os seus estudos teológicos. Rumou a Coimbra ao mosteiro de Santa Cruz, onde tinha à sua disposição a melhor biblioteca monacal do País. Nesse tempo era a abadia de Cluny, em França, que possuía uma das maiores bibliotecas da Europa, com um total de 570 volumes manuscritos, porque ainda não tinha sido inventada a imprensa. Aqui em Coimbra, sendo já sacerdote toma o hábito de franciscano, em 1220. Segundo os seus biógrafos, Santo António terá lido muito, e não foi por acaso que se tornaria pregador. O mundo cristão vivia intensamente a época das Cruzadas. A chamada «guerra santa» desencadeada contra o Islão. E da parte dos Muçulmanos dava-se a inversa, luta contra os cristãos. Ambos acreditavam que a fé os levaria à vitória. De Oriente a Ocidente os exércitos batalham, e neste turbilhão surgem novas formas de espiritualidade. Em 1209 Francisco de Assis (S. Francisco) abandona o conforto e luxo da casa paterna, para, com outros companheiros, se recolher numa pequena comunidade, dando origem a uma nova reflexão sobre a vivência do Evangelho. É a aproximação à Natureza, à vida simples e à redescoberta da dignidade da pobreza preconizada pelos primeiros cristãos. Em poucos anos, homens e mulheres, alguns ainda bem jovens e filhos de famílias abastadas e poderosas sentem-se atraídos por esta vida de despojamento e sacrifício, com os olhos postos no exemplo de Cristo. A Portugal também chegaram ecos deste novo misticismo. Em Janeiro de 1220 são degolados em Marrocos, pelos muçulmanos, cindo frades menores (franciscanos) e todo o mundo cristão sofre um enorme abalo. A própria Clara de Assis (Santa Clara), praticamente da mesma idade que Santo António (nasceu em 1193 ou 1194) vai querer partir para Marrocos para converter os sarracenos, mas Francisco de Assis seu amigo de infância e seu orientador espiritual não lho permite. Por cá o nosso futuro Santo António, já ordenado padre, decide mudar de Ordem religiosa e também ele passa a envergar o hábito dos franciscanos. É nesta ocasião que muda o nome de baptismo de Fernando para António e vai viver com outros frades no ermitério de Santo Antão (ou António) dos Olivais, na altura um pouco afastado de Coimbra, nuns terrenos doados por D. Urraca, mulher do rei D. Afonso II. Em meados de 1220 chegam, com grande pompa religiosa, ao convento de Santa Cruz de Coimbra, as relíquias dos mártires de Marrocos e esse acontecimento vai ser decisivo no rumo da vida de Santo António. Parte para Marrocos, sentindo também ele que é chamado a participar na conversão dos chamados infiéis. Porém adoece gravemente e não podendo cumprir aquilo a que se propunha, teve de embarcar de regresso a Lisboa. Só que o barco é apanhado numa tempestade e o Santo vê o seu itinerário alterado ao sabor de uma vontade superior. Acaba por aportar à Sicília num período de grandes conflitos armados entre o Papa Gregório IX e o rei da Sicília, Frederico II. Relembra-se que várias regiões do que é hoje a Itália unificada eram reinos independentes e este ambiente de guerras geradoras de insegurança e perigos. Em Maio de 1221 os franciscanos vão reunir-se no chamado Capítulo Geral da Ordem, onde Santo António está presente. No final os frades regressam às suas comunidades de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de oração, cabe também tratarem das tarefas domésticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande modéstia daquele estrangeiro (Santo António) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos. Findo aquele período de reflexão, como que um noviciado, os frades franciscanos são chamados à cidade de Forlí para serem ordenados e Santo António é escolhido para fazer a conferência espiritual. E começa a falar. Ninguém até ali percebera até que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua fé e os seus dotes oratórios eram invulgares. Pelo que se sabe quando começou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pragador da palavra de Cristo. Percorrerá diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225. Por sugestão do próprio São Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse. Quando S. Francisco morre, em 1226, Santo António vai viver para Pádua. Aqui vai começar por fazer sermões dominicais, mas as suas palavras tão cheias de alegorias eram de tal modo acessíveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e cada vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multidões que não param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e é escutado por mais de 30 mil pessoas. É um caso raro de popularidade. A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. Os rapazes de Pádua têm mesmo que fazer de guarda-costas do Santo português tal a multidão à sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como uma relíquia. O bispo de Óstia, mais tarde papa com o nome de Alexandre IV, pede-lhe que escreva sermões para os dias das principais festas religiosas que eram já muitas na época. Mais tarde seria este papa a canonizá-lo. Santo António assim faz. São hoje importantíssimos esses documentos escritos, porque Santo António como pregador escreveu pouco. Apenas lhe são atribuídos Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230). Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para Pádua onde queria morrer, mas foi na trajectória, num pequeno convento de Clarissas, em Arcela, que Santo António «emigrou felizmente para as mansões dos espíritos celestes». Era o dia 13 de Junho de 1231. Depois, como é sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se não completara um ano sobre a sua morte. Caso único na história da Igreja Católica. Já que nem São Francisco de Assis teve tal privilégio. Os santos como Santo António, há muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em mármore verde em Pádua, na igreja de Santo António é o tributo do povo que o amou e é muito mais do que um lugar de peregrinação e de oração. Através dos séculos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e Pádua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um português que pregou a fé e morreu em Pádua. Como todos os santos é universal.

Nota: Texto retirado da internet, susceptível de algum erro factual
.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Há uns (bons) anos que não vou a Alfama!

No noite (véspera) de Santo António, comer uma boa sardinhada. Talvez para o ano, se Deus quizer.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Limbo

Neste dia do Corpo de Deus foi-me dado a observar o verdadeiro Limbo na Terra. Dispersos um pouco por todo o país (até já Tavira terá um, segundo o anúncio da TV), é agora novidade aquele que sob o nome Dolce Vita Tejo, se situa numa zona muito sugestiva, arrabaldes da Amadora, Odivelas, Pontinha, Caneças... Nele, uma mole humana de pobres de espírito, classificados na liguagem do marketing por classes C2 e D (traduzindo, classe média baixa com muito reduzido poder de compra, e pobres ou desgraçados, claro, sem qualquer poder de compra, ambas totalmente vazias do ponto de vista cultural), dizia eu, uma imensa mole humana, por algum motivo privada da Sua presença, vagueia, com expressão fantasmagórica, por corredores intermináveis, observando e sendo tentada por tudo e mais alguma coisa, na esfera do material, que jamais poderá adquirir. Meu Deus, que terá feito esta gente para merecer tal condição?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Acreditemos!

Que o 10 de Junho, Dia de Portugal, Dia da Raça portuguesa, nos dê ânimo e nos leve a acrediar no ressuscitar da Pátria, no ressuscitar deste Povo, hoje moribundo.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Vitória da Direita em toda a linha...

Os resultados verificados nas recentes eleições europeias não permitem qualquer sombra de dúvida. A vitória dos partidos de Direita, assim como a votação expressiva em partidos com acentuado teor Nacionalista, é clara e inequívoca (dados oficiais aqui). Países como a Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Holanda, e tantos outros, verdadeiros exemplos de desenvolvimento, seja cultural, social ou económico, apontam o caminho a seguir. A ideia de que estes resultados possam significar um castigo aos Governos dos diversos países, devido à crise internacional sentida um pouco por todo o lado, é totalmente errónea e só pode ser levantada por alguém de má fé, uma vez que em países como a Alemanha, França ou Itália, os Partidos de Direita, que se encontram em plena governação, não só não foram penalizados, como sairam, claramente, vitoriosos nas respectivas eleições. Resta Portugal, em que o PSD (ideológicamente indefinido ou indefinível) ganha de forma tímida, assumindo-se também como vencedores dois partidos da extrema Esquerda, e ainda um de Centro-Direita-envergonhada. Em Portugal, contrariamente ao que se passa por essa europa fora, não há Direita. Como está à vista de todos, a europa é que está enganada, e nós, neste Portugal, exemplo de tudo e mais alguma coisa, é que devemos ter razão!!! Pobres portugueses, estes, paridos pelo 25 de Abril, cuja mediocridade, tacanhez e pobreza de espírito parecem não ter limites... Mas uma nova geração, umbilicalmente desligada do ventre maldito de Abril, está prestes a nascer. Temos que acreditar.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Os "números" reais verificados nas eleições de ontem!

Portugueses inscritos para votar - 9.604.744 (100%)

Portugueses que prescindiram do "direito" de votar - 6.047.480 (62,96%). Ou seja, em cada 10 portugueses, 6 não votaram. Parece que, afinal, é uma minoria, aquela que, efectivamente, tem interesse na que foi, segundo alguns, a grande justificação/motivação para que o 25 de Abril tivesse tido lugar.

Portugueses que votaram no PSD - 1.127.128 (11,74%). 1 voto em cada 10 possíveis foi o melhor que o Partido vencedor nestas eleições conseguiu.

Portugueses que votaram no PS - 945.368 (9,84%). O Partido que detém a famosa "maioria absoluta", no actual Governo de Portugal, não conseguiu, nestas eleições, sequer 1 voto em cada 10 possíveis.

Portugueses que votaram no BE - 381.791 (3,98%). Consideram-se vitoriosos ao terem menos de 4 votos em cada 100 possíveis.

Portugueses que votaram no PCP/Verdes - 379.290 (3,95%). Estes consideram-se sempre vencedores, desta vez, como o BE, com menos de 4 votos em cada 100 possíveis.

Portugueses que votaram no CDS - 297.823 (3,10%). O centro-direita teve pouco mais de 3 votos em cada 100 possíveis. Ficaram muito contentes.

Portugueses que votaram em branco - 164.831 (1,72%). Quase 2 em cada 100 portugueses exerce o direito de voto, mas não se reconhece em nenhum dos Partidos concorrentes nestas eleições.

Portugueses cujos votos são considerados nulos - 71.136 (0,74%). Quase 1 em cada 100 portugueses ter-lhes-á chamado "nomes", ou algo do género, via boletim de voto.

Portugueses que votaram em Partidos que não têm a mesma igualdade de oportunidades, no que respeita ao comunicar das suas propostas ao povo português - 189.879 (1,97%). 2 em cada 100 portugueses votaram nestes Partidos, sendo:

MED - 52.924 votos (0,55%). A notoriedade da Laurinda Alves e o orçamento disponível terão contribuído para que o MED tivesse a maior votação entre os pequenos Partidos.

PCTP/MRPP - 43.077 votos (0,45%).

MPT - 23.380 votos (0,24%).

MMS - 21.647 votos (0,22%). Frustrante resultado face ao orçamento, aparentemente (tantos foram os cartazes produzidos), disponível. A proposta de mudança pela mudança, claro que não é suficiente. Em termos de marketing político, nota zero.

PH - 16.952 votos (0,18%).

PPM - 13.775 votos (0,14%).

PNR - 13.029 votos (0,14%). Há pelo menos 1 Nacionalista em cada 1.000 portugueses. Haverá certamente mais, adormecidos na letargia que esta democracia provoca. No momento certo, acordarão.

POUS - 5.095 votos (0,05%).

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Declaração de Voto!

Indeciso entre a abstenção, o voto em branco, o voto no CDS ou o voto no PNR, decidi-me, finalmente, por votar no PNR, através do seu candidato às eleições europeis, Humberto Nuno Oliveira.
A abstenção rondará certamente valores entre os 50% e os 60%, se não for mesmo superior. Clara mensagem de insatisfação face ao poder político vigente, tem como contra a impossibilidade de se perceberem os Valores que esses mesmos abstencionistas defendem, uma vez que entre estes encontramos as mais diversas orientações ideológicas. Para além disso, rapidamente o poder mediático subverterá o seu significado, fazendo leituras quanto aos resultados das eleições com base apenas nos votos expressos nos partidos. Um exemplo recente é a "maioria absoluta" com que o PS governa o país. Teremos a noção de que a base eleitoral que sustenta essa "maioria absoluta" se resume a cerca de 2,5 milhões de votos? Valor que mal ultrapassa os 29% de todos os portugueses, então, inscritos para votar, mais exactamente, 8.785.227? 29%, maioria absoluta!? Em cada 10 portugueses inscritos para votar, não chegam a 3 os que legitimam esta "maioria absoluta". Curiosa a matemática desta democracia em que 3 é absolutamente maior do que 7!!!
O voto em branco tem o mesmo problema da abstenção por não dar indicação quanto às motivações na sua origem, senão a do descontentamento face às opções de escolha, com a agravante da sua expressão se reduzir a algumas dezenas de milhar, valores mais fáceis de camuflar por parte do poder instituido, seja o político, seja o dos media, que como sabemos, conspurcadamente estão interligados.
No CDS tenho votado sempre. Cada vez mais Partido do "sistema", a sua tendência em se posicionar ao centro (fazendo esquecer o "PP"), com uma aparente, para não dizer evidente, vergonha, receio, medo, de se assumir como um Partido de Valores inequívocamente de Direita e de inspiração Cristã, fazem-me perder a vontade de lhes dar o meu voto. Este assumir-se como partido de centro-direita acaba por ser um posicionamento estratégico que lhe permite, por um lado não assustar o poder financeiro e capitalista que em grande medida suga o país e o povo até ao tutano, apenas em benefício próprio. Por outro, poder aliar-se a qualquer outra força política (mesmo que socialista se essa for a oportunidade), na espectativa, não de servir Portugal, mas sim de alcançar o poder, pelo poder. As tricas políticas em que se envolveu com o PSD, entregando de mão beijada, primeiro o Governo de Portugal, depois, a Câmara de Lisboa, à Esquerda socialista e "bloquista", definitivamente, fazem-me decidir não lhes dar novamente o meu voto.
Chego ao PNR, não apenas por exclusão de partes mas por me rever nos seus Valores. Em que a defesa da Pátria, da Família, do Povo português, a tudo se sobrepõe, em estreita consonância com uma ética de inspiração Cristã. Uma votação expressiva no PNR nestas eleições abrirá caminho à possível eleição de um deputado do PNR nas próximas eleições legislativas. E isso seria uma lufada de ar fresco neste Parlamento que temos actualmente. Seria a possibilidade de termos uma voz que dissesse o que actualmente não é possível ouvir na Assembleia da República, por mais verdadeiro que seja, apenas por não ser politicamente correcto e por não ir ao encontro dos ventos nauseabundos e pestilentos de Abril. Seria também um murro no estômago desta classe política abrilista, que levou Portugal ao que é hoje. Um Portugal pequeno, mesquinho, míope, sem futuro. Votemos PNR. Abramos espaço para um novo Caminho. Uma nova Esperança. Num Portugal renascido e Renovado. Viva Portugal.

Reintegrem-se estes territórios já, em má hora abandonados à sua sorte pelos traidores!

Se, democraticamente, dessem hoje a estes povos a possibilidade de voltar a jurar a bandeira portuguesa, não tenho dúvidas de que o fariam. O povo, não os que dele se servem para enriquecer na maior das imoralidades. Fosse Portugal, hoje, um país digno dos que o ergueram, e essa hipótese, naturalmente, se levantaria. Mas não passamos de uns badamerdas com medo de contrariar os ditames dos interesses, que sob uma máscara ideológica nos exploram, fazendo-nos definhar, primeiro, no orgulho, depois, espiritual e materialmente. Precisamos de Alguém que levante a questão da recuperação dos territórios que nos foram miseravelmente roubados, para a uns quantos serem entregues. Começando por Timor, começando pela Guiné. Porquê? Por uma questão de oportunidade face ao momento de maior instabilidade e desespero que aqueles territórios hoje vivem, clamando a nossa intervenção. Os outros, seguir-se-ão, naturalmente. E só queremos os que sentirem Portugal. O que o inspira? 500 (quinhentos) anos de história. 500 anos de sangue, suor e lágrimas, mas também de felicidade e realização, comuns. E, ainda que não querendo misturar as coisas, pois a causas distintas se devem, a não esquecer, nunca, Olivença.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Andava a merecer. É aliás um daqueles exemplos de que se não fosse a mulher do "chefe" dificilmente ocuparia o lugar que ocupa...



Tanta é a falta de inteligência e incompetência profissional. Proporcional à arrogância e ao convencimento. Quanto ao senhor, não cabe neste post comentar tão sui generis personagem. Serviu para expor a senhora àquilo que há muito devia já ter sido exposta. Uma humilhação merecida. Terá lata para continuar? Em Portugal, é sabido, o que não falta é lata!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Nairobi - Londres - Lisboa

Muito cansativa, sobretudo por me encontrar debilitado em termos de saúde, pouco profíqua (até ver) nos objectivos que lá me levaram, mas tudo somado, uma experiência que valeu a pena.

Um muito simpático hotel - "the country hotel in town"

O primeiro presidente do Quénia, Jomo Kenyatta, após a independência de 1963

Uma vista de Nairobi

O que, vendo bem as coisas, talvez tenha sido preferível...

Os leões estavam a dormir!

terça-feira, 26 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Parabéns ao Campeão Nacional!

Seria mau perder não endereçar ao novo campeão nacional de futebol os parabéns pela importante conquista.

sábado, 23 de maio de 2009

Aliados por aliados prefiro estes!

A dignidade portuguesa de então, por comparação com a dignidade portuguesa de hoje (se é que hoje existe alguma), na relação entre os dois estados aliados, é bem patente nas fotografias em que vemos os líderes políticos de Portugal e Espanha. E de certeza que Salazar não fez discursos em castelhano de trazer por casa.

Aos monárquicos pergunto...

É da fotografia estar desfocada ou a m.... é a mesma!?

Os socialistas ibéricos vistos pelos 4.500.000 desempregados de que são responsáveis!

O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou nesta semana a previsão de que a Espanha enfrentará dois anos de retração na economia (com uma queda do PIB de 3% em 2009 e de 0,6% em 2010) e que o desemprego afetará em 2010 a 19,3% da população economicamente ativa, um recorde entre os países desenvolvidos (que tem neste momento uma taxa de desemprego média de 9,2% contra os 17,36% da Espanha).

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Deprimente demais esta imagem do que é Portugal hoje e, pior, do que será por muitos anos!

Não sei o que é pior! Se a fraqueza e falta de autoridade do estado português, com os seus representantes (democraticamente eleitos!?) a fugirem de rabo entre as pernas por uma porta das traseiras, se o analfabetismo patente naqueles estudantes de liceu, se os cânticos que se ouviam, demonstrativos da mais profunda ignorância, se a evidência de que não há esperança no futuro próximo, uma vez ser esta a estatura dos nossos políticos e dos nossos jovens. Enfim, tudo mau demais para ser verdade! Que tristeza, realmente, o país em que estamos hoje. Ai, Abril, Abril, foi para isto que traíste Portugal!?

E estes, foram de férias!?

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ando deliberadamente "a leste"!

Ultimamente tenho dado pouca ou nenhuma atenção ao tema das eleições europeias. Há quantos anos damos já para esse peditório!? Alguém com o mínimo de sanidade mental acredita que faz alguma diferença em quem é que se vota ou deixa de votar? Só não fará diferença para os que concorrem ao tacho e à mama! De mim, não conseguem um segundo que seja de atenção para além deste post, que já considero, aliás, um desperdício de tempo. Votar por votar, então que puzessem a voto logo à partida a entrada na então CEE. Votar por votar, porque não nos perguntaram se queríamos aderir ao Euro? Votar por votar, porque não nos perguntam se queremos a Turquia no espaço europeu? Não, para isso consideram-nos "pouco preparados", para não dizer "burros que nem uma porta"! A lógica da democracia abrilista é servirmos para legitimar, como já disse antes, o tacho e a mama de uns quantos! De mim, conseguem um papel em branco. Era giro, como li algures, uns quantos milhões de papéis em branco para que os da mama tivessem, então sim, com que se entreter. É caso para dizer, e desculpem a vulgaridade, vão mas é mamar na teta!

Essencial!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A minha próxima viagem de trabalho!

Alguém adivinha de que cidade se trata? Não, não é o Jardim Zoológico, embora lá vá também no próximo fim-de-semana!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Homens...alguns homens...ok, vou apagar o post!

Já era raro o dia em que perdia os entusiasmantes pensamentos do Eternas Saudades do Futuro. Agora, decididamente, não perderei um único dia.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

7 anos!

Parabéns Alexandre. O pai deseja-te um dia muito feliz.

domingo, 17 de maio de 2009

50 anos!

sábado, 16 de maio de 2009

Eu vou!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A montanha pariu um rato...poeta!

Mais um que na hora do "vamos ver" põe o partido à frente do país. Este ainda mais ridículo pois falou, falou, e no fim mete a viola no saco. Ou pensará que o estilo e política do primeiro ministro José Sócrates vão em algum momento alterar-se!? Poetices destas não precisa Portugal.

O Luis XIV do Poço de Boliqueime em visita à Capadócia e a tal Democracia a que, afinal, não temos direito!

O facto de parecerem um casal bimbo a "passear-se" pela Turquia e pela tão sonhada (!) Capadócia seria de somenos importância já que cada povo tem o casal presidencial que merece. Mas, e que dizer da tão favorável opinião do presidente português acerca da entrada da Turquia na União Europeia? Nem sequer refiro aqui a minha opinião sobre essa eventual adesão à UE, pois não é desse aspecto que este post trata. Trata sim de observar a verdadeira relevância da tal democracia, que os esquerdóides nos vendem hoje como tendo sido a grande conquista do 25 de Abril, no dia-a-dia da vida dos portugueses. Democracia, penso eu, deveria pressupor que cada português, com pelo menos idade igual ou superior a 18 anos, de alguma forma pudesse dar a conhecer a sua opinião sobre os aspectos de interesse nacional que tenham dimensão suficiente para afectar a sua vida e a vida dos seus concidadãos. Ou que, na impossibilidade dessa opinião pessoal, cada cidadão pudesse ver reconhecida a sua opinião numa discussão que a sociedade, através de orgãos próprios e em sedes próprias, levasse a cabo. E, finalmente, que o poder político ficasse, pela ética democrática, vinculado à opinião da maioria. Acreditando que a entrada da Turquia na União Europeia, a concretizar-se, afectaria significativamente a vida de todos nós, não seria de esperar que antes do presidente ir para a Turquia, todo excitado e armado ao pingarelho, dizer que Portugal é a favor da entrada daquele país no espaço da UE, essa mesma discussão tivesse lugar em Portugal? Pergunto-me, quem encomendou àquela alminha, que quando deve não abre a boca alegando "interesses de estado", que fosse fazer turismo com a mulher para a Turquia e, de permeio, dissesse os absurdos que disse em nome dos portugueses? Por acaso perguntou a alguém o que os portugueses pensam sobre o assunto? Tinha no seu programa eleitoral alguma alusão ao tema que lhe legitime dizer o que diz? Quem se julga ele, o Luis XIV do Poço de Boliqueime? Ou é meramente um "engraxador" de oportunidade que não mede o que diz?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Movimento da Mensagem de Fátima

O que é?
Os associados do
Movimento da Mensagem de Fátima devem conhecer, viver e difundir a mensagem de Fátima. Esta associação está presente em todas as dioceses do continente e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

O que foi e é o Movimento da Mensagem de Fátima
1. Já longe vai o ano de 1926 quando o cónego Dr. Manuel Formigão criou a “Associação de Nossa Senhora do Rosário” cuja finalidade era ajudar os seus membros a “conhecer, viver e difundir a Mensagem de Fátima”. Passados dois anos o Senhor Bispo de Leiria transformou-a na Confraria de Nossa Senhora do Rosário de Fátima” aprovando os seus Estatutos. A 20 de Abril de 1934, o Episcopado português reunido em Assembleia Geral no Santuário de Fátima, aprova os primeiros Estatutos que transformam esta Confraria na “Pia União dos Cruzados de Fátima” como obra auxiliar da Acção Católica Portuguesa. O jornal “Voz da Fátima” era o seu órgão oficial.
2. Um período de longo trabalho, reflexão e diálogo precedeu a renovação dos Estatutos da Pia União. Foram apresentados à Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa que os aprova a 5 de Julho de 1984, alterando a sua denominação para “Movimento dos Cruzados de Fátima”.
3. Oração, Peregrinos e Doentes são Campos de Pastoral que o Movimento assume ao procurar entender os pedidos de Nossa Senhora em Fátima e as manifestações dos primeiros peregrinos que acorriam à Cova da Iria. Proposta a “todos os membros do Povo de Deus” cria no seu seio um Sector Jovem, um dos “ramos mais fecundos da renovação ambicionada” e estimula experiências no “Sector dos Mais Novos”.
4. A organização de grupos paroquiais, então chamados “trezenas”, que proporcionem aos seus membros um crescimento humano e espiritual, a estruturação a nível paroquial, diocesano e nacional traduzem o novo conceito “Movimento”. Plena inserção das estruturas paroquiais do Movimento na pastoral da Paróquia e das suas estruturas diocesanas na pastoral da Diocese, colaboração activa com outros Movimentos, em estreita ligação com a hierarquia, manifestam o seu sentido eclesial.
5. Já nada era como antes. Não obstante dificuldades várias, como a falta em alguns locais de estruturas paroquiais ou diocesanas coerentes com as necessidades da Igreja actual, sentia-se vida. Vida como aquela que só o Espírito dá em tudo o que toca. Lançamento de actividades com vista à intensificação da oração (rosário, primeiros sábados, adoração eucarística, etc.), peregrinações cada vez mais vividas, apoio aos peregrinos a pé, apoio à organização de Retiros para Doentes em Fátima, trabalho organizado com jovens, sua formação e acolhimento na “Casa do Jovem” e na “Casa da Visitação”, são apenas alguns exemplos de actividades que têm vindo a ganhar peso de ano para ano. Tão grande, que o pedido de alteração do seu nome, de “Movimento dos Cruzados de Fátima” para “Movimento da Mensagem de Fátima”, surge espontaneamente no Conselho Nacional de 1994 como “um grito para uma nova era”, aceite de imediato pela Conferência Episcopal na sua Assembleia Plenária, que seria também convidada a pronunciar-se em relação a uma nova proposta de Estatutos apresentada.
6. O novo texto de Estatutos, aprovado em 23 de Setembro de 1997, não entra em contradição com o espírito, objectivos e finalidade que estiveram na génese desta Associação de Fiéis à qual pertencemos. Pelo contrário, procura seguir as suas aspirações mais genuínas: “corresponder o melhor possível aos pedidos que Nossa Senhora fez a toda a humanidade em Fátima e aos novos desafios da evangelização, iluminado pelos ensinamentos da Igreja na qual se insere plenamente, tomando como experiência válida tudo o que de melhor fizeram os que nos antecederam”.
7. Nossa Senhora em Fátima comunicou-nos uma Mensagem simples que “contém uma verdade e um chamamento que, no seu conteúdo fundamental, são a verdade e o chamamento do próprio Evangelho” (João Paulo II, Fátima, 13 de Maio de 1982). Esta é a proposta do Movimento da Mensagem de Fátima que, afinal, não exige a ninguém nada mais do que “ser cristão no seu mundo e em Igreja”.
8. Rezemos e peçamos a Deus, por intercessão de Nossa Senhora, as maiores bênçãos dos céus para todos os membros desta obra que é dela, em especial pelos escolhidos para orientar o Movimento na entrada do novo milénio.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Oração do Papa junto ao Muro das Lamentações

«Deus de todos os tempos,
Na minha visita a Jerusalém, a «Cidade da Paz»,
Casa espiritual de Judeus, Cristãos e Muçulmanos,
Trago diante de Ti as alegrias, esperanças e aspirações,
Os julgamentos, o sofrimento e a dor
De todo o Teu povo espalhado pelo mundo.
Deus de Abraão, Isaac e Jacob,
Ouça o clamor dos aflitos, dos amedrontados, dos despojados;
Manda a tua paz à Terra Santa, assim como ao Médio Oriente,
A toda a família humana;
Agita os corações dos que clamam o teu nome,
Para que caminhem humildemente no caminho da justiça e da compaixão»

«O Senhor é bom para quem nele confia, Para a alma que O procura» (Lam, 3:25)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Exterminem-se os BPPs!

Sejam os "Bancos Problemáticos Portugueses", sejam os "Bairros Privados Portugueses".

Bairros problemáticos, guetos e etc e tal!? Ponham-nos em condomínios fechados com piscina!

Oito pontos muito rápidos e analiticamente dispersos:
1.º - A questão dos guetos é uma oportuna desculpa para quem prefere roubar ou traficar droga, a trabalhar, para comprar a roupa da moda, os telemóveis de última geração e outras tecnologias do género, a que julga ter direito absoluto. Até porque o ordenado normal que um jovem aufere não permite tais estravagâncias, sem as quais esse tipo de jovens não tolera viver. Assim, rouba-se ou vende-se droga e acabou. Além de que se fica com fama de "durão" entre os iguais do bairro. Como diz a música do inspirador rapper Afro-Americano 50 Cent - get rich or die trying.
2.º - Se a questão dos guetos e os problemas de exclusão social são a justificação, será que os pescadores, agricultores e outras classes profissionais actualmente tão desfavorecidas, têm menos desculpa para começar a roubar e usar de violência para conseguir o dinheiro necessário para alimentar os seus filhos, só porque não moram em "guetos" ou não nasceram de raça negra? Possivelmente, as casas destes pescadores e agricultores têm bastante piores condições do que as dos tais "guetos".
3.º - O que se passa hoje no Intendente (centro de Lisboa) também se deve a este bairro ser um gueto? Então porque estão lá tantos negros e brancos a vender cocaína e outras drogas à luz do dia, não sendo raras as situações de roubos e pancadaria?
4.º - Um sr. Ernâni da TVI (comentador, jornalista, de assuntos de criminalidade!) diz, de sorriso na boca, a propósito deste assunto, e em resposta a um tele-espectador (que ficou, claro, sem direito de resposta), que "antes" havia censura e hoje há apenas critérios editoriais. Pobre ingenuidade, ou talvez apenas fraca defesa do prato onde come. A tal censura, bem ou mal, visava a defesa dos valores do País e era esse o seu objectivo. As regras eram claras e sabia-se o que estava em causa. Já os chamados critérios editoriais visam, por um lado, os interesses económicos dos respectivos meios de (des)informação, por outro, a encapotada propaganda ideológica esquerdóide que permanentemente esses mesmos jornais e afins praticam. Prefiro a censura.
5.º - Perguntem lá a alguns negros (nascidos cá, já não falo dos outros) se eles amam Portugal e se respeitam a Bandeira portuguesa. Muitos dirão que gostam é de Angola, da Guiné ou de Cabo Verde, e que logo que possam pensam ir viver para esses maravilhosos países africanos. Na verdade, verdadeiros racistas, odeiam os portugueses brancos. É justo dizer que há, claro, portugueses negros, mulatos, de todas as origens raciais, verdadeiros portugueses, que honram o país nas mais diversas actividades, como há brancos que o desonram.
6.º - Por falar em xenófobia, porque é que ciganos, negros e outras minorias rácicas não conseguem viver no mesmo bairro, pegando-se a tiro à primeira oportunidade como vimos recentemente em directo na TV?
7.º - A minha proposta: ponham-nos a viver em condomínios fechados com piscina e mesada de uns (bons) milhares de euros por mês para ver se os coitadinhos dos rapazes se acalmam e não chateiam as pessoas.
8.º Está mesmo tudo louco! Mas o Povo um dia vai acordar e então...com uma boa purga isto vai ao sítio!

domingo, 10 de maio de 2009

Outra vez e sempre (este sim, sempre) o Condestável de Portugal - D. Nuno Álvares Pereira!

Percebamos todos a que devêmos falar português. Percebamos todos o que significa ser português. Não pelos "direitos e regalias", mas sim pelos Deveres. Não pelos interesses mesquinhos de cada um, mas pelo interesse superior de um Povo. Olhemos em frente, olhemos longe. Olhemos pelo Próximo. E rezemos pedindo a Deus (e porque não a São Nuno de Santa Maria, para que junto d'Ele interceda), que permita a Portugal, que permita aos, ainda, portugueses, ser dignos de todos, e foram tantos, os que morreram e lutaram por nós. Os que morreram e lutaram por Portugal. Tenhamos orgulho e honremos a nossa Bandeira.

sábado, 9 de maio de 2009

Ponham lá estes no boletim e talvez vote!

Hoje, não somos um Povo!

Somos uma cambada dispersa e míope, que fala a mesma língua, aparentemente por acaso, cada um a tentar safar-se como pode, olhando única e exclusivamente para os seus míseros interesses pessoais.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Também eu começo a precisar de óculos!

Mas tenho vindo a adiar, a adiar, a ida ao oftalmologista!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A fucking disgrace!

Estava mais inclinado para o Barcelona, até porque uma final MUnited x Barcelona, e também CRonaldo x Messi, seria prometedora. Para além disso o futebol do Chelsea, tanto no primeiro jogo, como também neste, foi e estava a ser muito defensivo. Mas o futebol é (pode ser!?) assim. Por circunstâncias do jogo, o Chelsea terá tido 5 ou 6 penáltis não marcados pelo árbitro!!! A serem marcados, claro, tal teria alterado o resultado do jogo e, por consequência, levado a que fosse o Chelsea a chegar à final da Champions e não o Barcelona. O Drogba pôs a boca no trombone (com a palavra "f" bem audível) aos ouvidos do árbitro.

PS - Sendo um pouco mauzinho, parecia uma arbitragem com o Porto a jogar.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Pau Para Toda A Obra

Jornalismo na blogosfera, feito por um profissional dos sete ofícios, despretencioso e sem preocupações do politicamente correcto. É o Pau Para Toda A Obra.

Na Vida devemos procurar ter...

...coragem para alterar o que deve e pode ser alterado. Humildade para perceber o que, por muito que queiramos, não nos compete a nós alterar. Sabedoria que nos permita distinguir entre os dois.

Nota: ouvi recentemente via TV da boca de uma inócua "figura pública" como justificação para não se recandidatar à presidência do seu clube. Já conhecia o dito que me parece de uma simples mas profunda Verdade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Contra a Pobreza, pela Vida!

Um blogue que merece ser seguido. Parabéns à autora. Haverá causas mais justas? Lutar contra a Pobreza, dar a cara pela Vida?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sobre este dia!

Gostava, sinceramente, de dizer aqui qualquer coisa sobre este dia, o Dia do Trabalhador. Algo relacionado com conceitos, sobre quem trabalha, sobre a falta que faz o Dia do Empregador, etc, etc. Mas vou sair e tenho a minha mulher e filho a olhar para mim com ar ameaçador. Receio que tenha de ficar para...o ano!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Hoje, no Metro!

Hoje tive uma conversa que pelo seu surrealismo relato aqui. Depois de ter estado ontem o dia todo em casa a recuperar de uma gripe que me atacou forte (que eu saiba e felizmente não se tratou da suína), eis que hoje saí de casa para uma tarefa que me fez deslocar a Santa Apolónia. Resolvi ir de Metro. Entrei na estação do Areeiro e comprei o bilhete na máquina própria para o efeito. Entretanto, ouço o som do metro a chegar. Tento despachar-me para o apanhar. Ainda desci as escadas a correr. Mas em vão. Quando cheguei à plataforma estava já a partir. Perdi-o. Sentei-me à espera do seguinte. Cerca de cinco minutos depois, ou nem tanto, entra na estação um novo metro. Ao mesmo tempo que me levanto com o intuito de entrar na carruagem vejo um indivíduo alto e bastante magro surgir do nada, com o olhar fixo nessa mesma carruagem para a qual também eu me dirigia. Trocámos olhares dando sinal de nos conhecermos. Tratava-se de um ex-colega do liceu onde andei. Na verdade, conhecia-o do lado de fora do liceu, dos bancos do jardim, onde passei algumas tardes em actividades, umas mais, outras menos, recomendáveis. Nos últimos tempos tenho-o visto de vez em quando (sei que mora perto de mim junto ao Campo Pequeno), normalmente acompanhado por uma senhora de olhar triste mas determinado, que penso ser a sua mãe. Ele caminha lentamente, absorto, procurando sempre desviar o olhar quando nos cruzamos na rua. Hoje, no Metro, contrariamente ao habitual, logo se dirigiu a mim, sorridente, dizendo - "então, tudo bem?". Respondo-lhe qualquer coisa, possivelmente um "tás bom?", entrando com ele na carruagem do metro. O metro arranca. Observo-o, agora de frente, a não mais de 30 cms. de distância. Reparo, primeiro, na falta de dentes que não procura esconder, depois também no seu olhar. Este denota um estado que, não podendo garantir em absoluto, me faz dizer ter acabado de consumir algum tipo de droga. Pergunta-me - "então, o que tens feito?". Não chego a responder, não sei bem o que lhe dizer. Também não espera muito, logo dizendo, alto e em bom som - "vou ao Intendente comprar branca". Um bocado atrapalhado e sem ter percebido bem, digo - "não percebi!". Ele repete - "vou ao Intendente comprar branca". Respondo-lhe então, olhando de soslaio para o lado à procura de outros passageiros, que constato estarem, claro, de olhar fixo em nós - "ah.. sim!?". Ele insiste - "há lá agora uns guineenses que vendem uma branca muito boa, trazem-na da Guiné". Respondo-lhe novamente - "não sabia!". "É verdade", diz ele, repetindo - "trazem-na da Guiné que aquilo agora tem branca que não acaba, estão cá uns tempos a vendê-la e depois voltam para a Guiné cheios da guita...já comprei a vários guineenses diferentes!". Digo-lhe, procurando mostrar-me entendedor ainda que receptivo à informação que me confidenciava- "não sabia, pensava que vendiam mais no Casal Ventoso!". Diz-me ele - "isso era dantes, agora, branca, compro sempre aos guineenses no Intendente, no Casal ainda há mas é menos, chamon compro nas Olaias, nos prédios novos". Respondo-lhe, "ah, sim...é bom saber!". Remata - "já consegui comprar 1 gr. de branca já baseada, por vinte euros!". Entretanto, a carruagem chega à estação da Alameda. Despeço-me dizendo convictamente que ia para a Expo (na verdade enganei-me pois eu queria ir para Santa Apolónia e por isso devia ter seguido até à Baixa Chiado). "Apanhas a linha vermelha", diz-me ele. Digo que sim dirigindo-me para a porta. Tenho ainda tempo de o ouvir disparar um simpático (!) "estás mais gordo". Penso para comigo, acusando o toque - "já tu estás bem mais magro e, infelizmente, dá para ver porquê!".

terça-feira, 28 de abril de 2009

Os 3 "D" do 25A74!

Descolonização - Traição
Democracia - Ilusão
Desenvolvimento - Mentira

Confesso, dos 3 "D", a Descolonização é a que mais me custa a aceitar. 500 anos de sangue, suor e lágrimas destruídos num ápice por meia dúzia de militares que não tinham por interesse maior mais do que apenas algumas regalias corporativas. Portugal destruído, os ingénuos povos do ultramar abandonados à sua sorte...para quê, porquê? Ah, meu Deus, porque nos abandonas-Te? Chamam ditador a Salazar. Se mais salazarista não sou é por pensar que, no fim, foi o seu regime que permitiu que tal perfídia tivesse lugar e levasse a melhor. Sei que estava velho e debilitado. À revolução nem sequer assistiu pois partira 4 anos antes. Mas não poderia ter preparado melhor Portugal para que este pudesse resistir ao avanço bolchevique há muito anunciado? Porquê permitir os exílios dourados, os cursos superiores feitos nas prisões pelos piores inimigos de Portugal, as conspirações no seio das forças armadas? Sim, se não sou mais salazarista é por apontar a Salazar (e não falo de Marcello Caetano, porque desse pouco rezará a história) a fraqueza de ter permitido a morte da Pátria. Ah, Nun´Álvares, estivesses cá tu e os infiéis teriam jazido sob o pêso da tua espada, como outrora aconteceu nos campos de Aljubarrota.

Nasceu há 120 anos!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Estou numa de malhar (efeito retardado?)!

Controversa Maresia!? O que me parece de pouca controversa é que o pensamento do seu autor sobre o 25 de Abril, Santa Comba Dão, Salazar e o povo português (texto abaixo para quem não tiver paciência de fazer o link) cheira, esse sim, no mínimo, a maresia.

Sábado, 25 de Abril de 2009
sim, hoje estou de cravo encarnado ao peito
... ah pois estou. Já pensaram bem na maravilha que é andarmos todos por aqui e dizermos aquilo que nos apetece? A propósito: o povo, os autarcas e os ilustres de Santa Comba Dão merecem-se uns aos outros. Na televisão, vejo uma pequena multidão, grunha, inculta e envelhecida, que acha bem que a praça se chame "Dr. Oliveira Salazar", toda contente com os comes e bebes de graça. Acho a cena deprimente. Que cada terra seja livre para chamar às suas praças o que bem entender e que não aceite as críticas que lhe possam ser feitas quanto ao gosto, no mínimo duvidoso, da sua escolha, parece-me uma evidência salutar. Mas chateia-me que não se lembrem que, se o filho da terra ainda governasse, ninguém teria essa liberdade. Dar o nome de alguém a um lugar significa um tributo a esse alguém. Prestar homenagem a Salazar, para mais no dia 25 de Abril, é tão estúpido que nem chega a ser provocatório. Mas enfim, é também para isto que se fez a revolução: para autarcas labregos darem a uma praça o nome de um ditador que fez definhar o país durante décadas, só porque lhes apetece, e para os naturais acenarem em concordância enquanto, com as bocas sorridentes e desdentadas, abifam mais uma febra e engolem a décima mine.

O texto é tão incongruente entre, por um lado, aquilo que afirma pelo seu conteúdo e, por outro, o posicionamento que pretende assumir o seu autor, que se torna deprimente analizar. A senhora (presumo) é pró-valores de Abril, pois anda de cravo a comemorar a data (excuso-me referir os pretensos valores face a tantos anos de manipulação ideológica sobre os mesmos que temos sofrido). Mas na verdade, aquilo que diz e a forma como faz crítica é, no mínimo, classista, elitista, paternalista, céptica no que respeita à democracia. Exemplo acabado daquela esquerda chique, champagne e caviar que tanto prolifera por aí, ávida de bons carros, bons restaurantes e boas férias no estrangeiro, na verdade odiando o povo sobre o qual se julga superior ("Vejo uma pequena multidão, grunha, inculta e envelhecida...com as bocas sorridentes e desdentadas, abifam mais uma febra e engolem a décima mine"). Esquece-se esta senhora que talvez por continuar assim, este povo a quem foi prometido o desenvolvimento e a igualdade como paga do amputar de Portugal, é que novamente se vira para aquele que mais simboliza o Portugal traído. Salazar.