terça-feira, 29 de dezembro de 2009
De ourives vítima de assalto a acusado de homicídio!!!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Fim-de-semana
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Detesto!
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Dia de praia na Zambujeira do Mar
terça-feira, 28 de julho de 2009
Santana Lopes x António Costa
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Significa «servir» ou «Salazar»?
Isto passou-se durante aquelas movimentações que precederam as eleições em que o Humberto Delgado era candidato. A oposição dizia que o «S» que a Mocidade Portuguesa ostentava no cinto significava Salazar. A União Nacional dizia que significava Servir. O Dr. Francisco Leite Pinto era ministro da Educação e telefonou para o Eng.º Nobre Guedes, fundador e primeiro Comissário da MP, e perguntou-lhe:
Ele respondeu:
- Eu acho melhor não te meteres nisso porque se alguém me perguntar eu tenho que responder: Significa «Salazar». Fui eu, como Comissário Nacional que o determinei, de acordo com os meus adjuntos Dr. Francisco Leite Pinto e Tenente Humberto Delgado.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Estão marcadas!
Que cada um dê o melhor contributo que puder, como puder, por Portugal. Claro que, nestas, tão próximas, datas, a haver mudanças, será apenas a das moscas. Assim, o mais importante é ir abrindo a mentalidade das massas para a necessidade de uma verdadeira alternativa de Direita (que não do Centro-direita envergonhado e comprometido, pois esses já lá estiveram e mostraram bem o quanto - não - valem, quando, pelas tricas e interesses pessoais mesquinhos, entregaram Portugal e Lisboa à Esquerda, ao primeiro revés e/ou oportunidade que tiveram). Passados 35 anos sobre 25A74, não é, concerteza, a Direita dos Valores que tem de ter vergonha. Vergonha deverá ter a Esquerda abrilista e todos os que governaram neste centrão esquivo e interesseiro, que levou Portugal ao pântano em que hoje se encontra. Não nos iludamos, qualquer solução que passe pelo PS ou PSD/CDS, é mais do mesmo. Uns poucos portugueses com tudo, todos os outros sem nada. Soluções com o Bloco ou o PCP, por sua vez, seriam o fim, definitivo, de Portugal.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Projecto que sirva Portugal
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Qualquer meio passo é melhor que passo nenhum!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Diz o Corcunda...
Perdoe-me caro Corcunda mas não posso concordar com a afirmação de que os portugueses não se revêem no PNR. E não concordo, porque para que não se revissem seria preciso que o conhecessem. Ao Partido, às suas ideias, às suas propostas. E, como o Corcunda sabe perfeitamente, esse conhecimento, do Partido e da sua mensagem, não é permitido pelo "Sistema". A brutal e escandalosa desigualdade, face à exposição na media (des)informativa, e face ao orçamento que os Partidos do "Sistema" detêm, por comparação, para as campanhas eleitorais, não permite, neste momento, dar a conhecer o PNR aos portugueses. Quantos cartazes 8x3 (meio mais eficaz neste tipo de campanhas), do PNR, foram utilizados na campanha eleitoral? Eu, não vi nenhum. Houvesse orçamento, houvesse capacidade política para delinear uma estratégia de campanha, com os motes certos, ao encontro daquilo que são as verdadeiras aspirações dos portugueses, e talvez, qual talvez, de certeza, que se provaria que o PNR vai ao encontro daquilo por que os portugueses mais anseiam. Quem os defenda, enquanto portugueses, face às mais diversas ameaças com que hoje se confrontam. Seja ao nível da insegurança física, da insegurança no que respeita à sua capacidade de alimentar as famílias que deles dependem, a bandalheira em que vivemos, a injustiça de meia dúzia tudo terem e dos restantes andarem à míngua, dos ataques e desprezo com que vêem a sua fé deparar-se todos os dias, o analfabetismo em que continuam, apesar de todas as (falsas) promessas de desenvolvimento que lhes fizeram, o sentirem-se excluídos de todas e quaisquer decisões que tenham realmente relevância, etc, etc... E a isso tudo, caro Corcunda, no actual cenário político, não vejo que outro Partido, que não o PNR, possa dar resposta condigna. Agora, para isso, chega de nos virarmos para dentro ou para o espelho, orgulhosos de nós próprios, esquecendo o que verdadeiramente interessa, a Pátria Portuguesa, O Povo Português, com a Graça de Deus. Unamo-nos pois! Viva Portugal.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Sobre o Prémio Lemniscata, cumprimento da segunda regra.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Como as pessoas!
domingo, 21 de junho de 2009
Prémio Lemniscata
A Cristina e o Pedro tiveram a amabilidade de me atribuir o prémio Lemniscata. Segundo pesquisa que, sendo fácil, me foi obrigatória, uma vez ser algo novo nisto dos blogues (estreei-me não fazem ainda seis meses), considero ser esse prémio mais devido a grande simpatia, quer da Cristina, quer do Pedro, do que realmente a meu merecimento.Segundo as regras, devo, também eu, atribuir o mesmíssimo prémio a sete outros blogues. Confesso que não vou muito em correntes mas, neste caso, a consideração que tenho pela Cristina e pelo Pedro, e, porque não, pelo próprio Prémio Lemniscata, fazem-me sentir, tudo somado, a isso obrigado. Atenção, faço-o por obrigação mas faço-o também com muito prazer. Assim, atribuo este Prémio Lemniscata, não por outra ordem que não seja a alfabética, aos seguintes blogues:
Nota: Ainda que não tenha visto nas regras qualquer obrigação do tipo "passa a outro e não ao mesmo", para que não parecesse devolução gratuita de simpatia, não indico os blogues Estado Sentido e Café da Insónia. Como sabem, e é fácil de ver nos blogues que "sigo", fazem ambos igualmente parte das minhas preferências.
sábado, 20 de junho de 2009
Serôdia mocidade
Há muito que não fazia isto!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Enfermidades dos portugueses de hoje, como nos do final do século XIX: Idiotismo e Ténia (confundidos, respectivamente, por Amor e Achaques)!
Camilo Castelo Branco (A Queda dum Anjo, 1865)
quinta-feira, 18 de junho de 2009
O Blogue!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Uma nova esperança: Benfica, Vencer, Vencer!

CAMPEONATOS NACIONAIS
1934/35 - Porto
1935/36 - Benfica
1936/37 - Benfica
1937/38 - Benfica
1938/39 - Porto
1939/40 - Porto
1940/41 - Sporting
1941/42 - Benfica
1942/43 - Benfica
1943/44 - Sporting
1944/45 - Benfica
1945/46 - Belenenses
1946/47 - Sporting
1947/48 - Sporting
1948/49 - Sporting
1949/50 - Benfica
1950/51 - Sporting
1951/52 - Sporting
1952/53 - Sporting
1953/54 - Sporting
1954/55 - Benfica
1955/56 - Porto
1956/57 - Benfica
1957/58 - Sporting
1958/59 - Porto
1959/60 - Benfica
1960/61 - Benfica
1961/62 - Sporting
1962/63 - Benfica
1963/64 - Benfica
1964/65 - Benfica
1965/66 - Sporting
1966/67 - Benfica
1967/68 - Benfica
1968/69 - Benfica
1969/70 - Sporting
1970/71 - Benfica
1971/72 - Benfica
1972/73 - Benfica
1973/74 - Sporting
1974/75 - Benfica
1975/76 - Benfica
1976/77 - Benfica
1977/78 - Porto
1978/79 - Porto
1979/80 - Sporting
1980/81 - Benfica
1981/82 - Sporting
1982/83 - Benfica
1983/84 - Benfica
1984/85 - Porto
1985/86 - Porto
1986/87 - Benfica
1987/88 - Porto
1988/89 - Benfica
1989/90 - Porto
1990/91 - Benfica
1991/92 - Porto
1992/93 - Porto
1993/94 - Benfica
1994/95 - Porto
1995/96 - Porto
1996/97 - Porto
1997/98 - Porto
1998/99 - Porto
1999/00 - Sporting
2000/01 - Boavista
2001/02 - Sporting
2002/03 - Porto
2003/04 - Porto
2004/05 - Benfica
2005/06 - Porto
2006/07 - Porto
2007/08 - Porto
2008/09 - Porto
TOTAL GERAL
Benfica - 31 campeonatos
Porto - 24 campeonatos
Sporting - 18 campeonatos
Belenenses - 1 campeonato
Boavista - 1 campeonato
COMPARATIVO POR DÉCADAS
Anos 30 - Empate Benfica 3 x 3 Porto
Anos 40 - Supremacia do Sporting
Anos 50 - Supremacia do Sporting
Anos 60 - Supremacia do Benfica
Anos 70 - Supremacia do Benfica
Anos 80 - Supremacia do Benfica
Anos 90 - Supremacia do Porto
Anos 00 - Supremacia do Porto
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Carta dirigida a um amigo, a propósito do movimento Nacionalista!
Passei pelo Camões, de forma discreta, para sentir o ambiente. Poucos, sobretudo skinheads, embora não só, os suficientes, porém, para agitarem o Chiado à sua passagem. Depois, peguei no carro e fui até aos Restauradores, a tempo de os ver chegar e de ouvir parte do discurso do José Pinto-Coelho.
Como disse no comentário que referiste, se a mensagem começar a ser mais política e menos "histórico-bélica", sobretudo menos bélica, acredito, claramente, que o Nacionalismo tem muito espaço de crescimento em Portugal.
Mas, como disse também, a mensagem tem que ser dirigida ao Povo. Os 20% de votos que a extrema-esquerda teve não expressa mais do que isso mesmo (as pessoas, se preciso for, não têm problemas em "radicalizar" a sua posição, caso vejam nessa posição o espelho da sua causa, das suas aspirações e das suas dificuldades, que hoje são tantas).
Depois, foram, de facto, 20%, mas de apenas 37% (os que votaram). 6 portugueses em cada 10 não votaram. Entre esses, muitos serão fiéis a Portugal, aos portugueses e à sua História. E o que é o Nacionalismo senão isso mesmo?
Agora, Nacionalismo é uma coisa, fascismo ou radicalizações eugénicas de pendor Nazi são outra (afinal, para mim, é mais português um preto que combateu por Portugal e pela bandeira portuguesa, e que, se preciso foi, pela Pátria morreu, do que um branco desertor que entregou o Império aos comunistas e aos interesses americanos).
Eu, caso me fosse pedida a opinião, apostaria num Nacionalismo vincadamente de Direita (um nacional-socialismo "moderno", começando por propor um regime Presidencialista que oportunamente propuzesse eleições presidenciais mais espaçadas no tempo; embora pudesse promover eleições de tipo local, e mesmo referendos, mais regulares, em contraponto). E, claramente, de inspiração Cristã (NT).
A esquerda radical tem-se apropriados de conceitos que podem e devem (por direito) ser conceitos de combate político por parte dos Nacionalistas (sabemos que quando isso acontecer lhes chamarão demagógicos e populistas, e que terão igualmente de combater os interesses capitalistas, que tudo sugam, deixando ao Povo e, portanto, à Pátria, apenas as migalhas que não conseguem digerir. Mas que interessa se a razão estiver, como está, do seu lado?).
O Nacionalismo deverá, assim, dirigir-se às questões políticas que interessam às pessoas comuns (segurança, emprego, imigração, saúde, educação, justiça, cultura, etc..., no fundo, os pilares em que assenta a organização do Estado), tendo como moldura e por inspiração, a grandiosa História de Portugal (de que a esquerda tanto se envergonha e, mesmo, renega).
E, finalmente, mas decisivo, deverá ter, como factor de sustentação ético-moral, a Orientação Maior e Inquestionável, não de um qualquer escritor ou poeta mais inspirado e de escrita fácil, mas sim de Deus Pai, Todo Poderoso, que enviou à Humanidade, por via do seu filho Jesus Cristo, os ensinamentos que, "simplesmente", temos que seguir, e que nos permitem ter Esperança numa Vida plena de Realização.
Ensinamentos como Verdade, Justiça e Exigência, mas também Amor e Perdão.
A Deus o que é de Deus e a César o que é de César. Sendo essa uma verdade que O próprio Jesus Cristo nos ensinou, arriscaria humildemente dizer também que o que é de César não pode contrariar o que é de Deus.
Saiba o PNR (ou outro qualquer Partido desse espectro político) construir a partir de tudo isto uma "receita" que resulte numa mensagem política coerente e credível, e o crescimento é inevitável.
Finalmente, dizer-te que o crescimento do Bloco não me preocupa nem um pouco. Como sabes bem, a sua base eleitoral não passa, por um lado, de uns quantos miúdos que acham graça a um Partido que lhes dá o amen ao facilitismo, às bebedeiras, aos charros e ao divertimento até à exaustão, sem qualquer responsabilidade. Estes, mal crescem um pouco, percebem que a vida não são só bebedeiras e charros, e apontam baterias noutra direcção. Por outro, de uns quantos esquerdistas do champanhe e caviar (pretensos intelectuais ou, por alguma circunstância, formadores de opinião), que gostam é de bons carros, restaurantes e viagens, e que, na iminência de uma real vitória bloquista em eleições, com tudo o que isso implicaria em seu prejuízo material, depressa arrepiariam caminho. É um Partido da moda e, como todas as modas, efémero.
Já no caso do PCP, a história é outra. Mas esses vivem hoje apenas da pirâmide demográfica invertida que temos em Portugal. Não admira que defendam o aborto como defendem. Sempre contribui para que tenham uma expressão percentual de votos que de outra forma dificilmente conseguiriam.
Um abraço,
domingo, 14 de junho de 2009
Leituras
Uma namorada psicanalista
sábado, 13 de junho de 2009
Santo António
Desde 1140 que D. Afonso Henriques, o nosso primeiro rei, tentava a conquista de Lisboa aos Mouros, feito que só teve êxito sete anos depois, em 1147, depois de prolongado cerco imposto aos aguerridos Almóadas e com o oportuno apoio dos Cruzados, em número treze mil (grande exército de homens cristãos que vieram do Norte da Europa, rumo à Terra Santa, para expulsarem os Muçulmanos. Usavam uma cruz de pano como insígnia, daí o seu nome. Houve oito Cruzadas desde 1096 a 1270). Lisboa era pois uma cidade recém-cristã, quando na sua catedral foi a baptizar o menino Fernando Martins de Bulhões – Santo António, filho da fidalga D. Teresa Tavera, descendente de Fruela, rei das Astúrias e de seu marido Martinho ou Martins de Bulhões. Há dúvidas quanto ao apelido do pai, bem como se eram ou não descendentes de cavaleiros celtas. Sabe-se sim que D. Teresa nascera em Castelo de Paiva e o marido numa terra próxima. Viviam em casa própria no bairro da Sé quando o recém-nascido veio a este mundo, no ano de 1195, embora alguns apontem como data de nascimento 1190 ou 1191. Fernando frequentou a escola da Sé e até aos 15 anos viveu com os pais e com uma irmã de nome Maria. Aos 20 anos professou nos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em Lisboa, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Nesta ordem monástica prosseguirá os seus estudos teológicos. Rumou a Coimbra ao mosteiro de Santa Cruz, onde tinha à sua disposição a melhor biblioteca monacal do País. Nesse tempo era a abadia de Cluny, em França, que possuía uma das maiores bibliotecas da Europa, com um total de 570 volumes manuscritos, porque ainda não tinha sido inventada a imprensa. Aqui em Coimbra, sendo já sacerdote toma o hábito de franciscano, em 1220. Segundo os seus biógrafos, Santo António terá lido muito, e não foi por acaso que se tornaria pregador. O mundo cristão vivia intensamente a época das Cruzadas. A chamada «guerra santa» desencadeada contra o Islão. E da parte dos Muçulmanos dava-se a inversa, luta contra os cristãos. Ambos acreditavam que a fé os levaria à vitória. De Oriente a Ocidente os exércitos batalham, e neste turbilhão surgem novas formas de espiritualidade. Em 1209 Francisco de Assis (S. Francisco) abandona o conforto e luxo da casa paterna, para, com outros companheiros, se recolher numa pequena comunidade, dando origem a uma nova reflexão sobre a vivência do Evangelho. É a aproximação à Natureza, à vida simples e à redescoberta da dignidade da pobreza preconizada pelos primeiros cristãos. Em poucos anos, homens e mulheres, alguns ainda bem jovens e filhos de famílias abastadas e poderosas sentem-se atraídos por esta vida de despojamento e sacrifício, com os olhos postos no exemplo de Cristo. A Portugal também chegaram ecos deste novo misticismo. Em Janeiro de 1220 são degolados em Marrocos, pelos muçulmanos, cindo frades menores (franciscanos) e todo o mundo cristão sofre um enorme abalo. A própria Clara de Assis (Santa Clara), praticamente da mesma idade que Santo António (nasceu em 1193 ou 1194) vai querer partir para Marrocos para converter os sarracenos, mas Francisco de Assis seu amigo de infância e seu orientador espiritual não lho permite. Por cá o nosso futuro Santo António, já ordenado padre, decide mudar de Ordem religiosa e também ele passa a envergar o hábito dos franciscanos. É nesta ocasião que muda o nome de baptismo de Fernando para António e vai viver com outros frades no ermitério de Santo Antão (ou António) dos Olivais, na altura um pouco afastado de Coimbra, nuns terrenos doados por D. Urraca, mulher do rei D. Afonso II. Em meados de 1220 chegam, com grande pompa religiosa, ao convento de Santa Cruz de Coimbra, as relíquias dos mártires de Marrocos e esse acontecimento vai ser decisivo no rumo da vida de Santo António. Parte para Marrocos, sentindo também ele que é chamado a participar na conversão dos chamados infiéis. Porém adoece gravemente e não podendo cumprir aquilo a que se propunha, teve de embarcar de regresso a Lisboa. Só que o barco é apanhado numa tempestade e o Santo vê o seu itinerário alterado ao sabor de uma vontade superior. Acaba por aportar à Sicília num período de grandes conflitos armados entre o Papa Gregório IX e o rei da Sicília, Frederico II. Relembra-se que várias regiões do que é hoje a Itália unificada eram reinos independentes e este ambiente de guerras geradoras de insegurança e perigos. Em Maio de 1221 os franciscanos vão reunir-se no chamado Capítulo Geral da Ordem, onde Santo António está presente. No final os frades regressam às suas comunidades de Montepaolo, perto de Bolonha, onde, a par da vida contemplativa e de oração, cabe também tratarem das tarefas domésticas do convento. Aqui os outros frades reparam na grande modéstia daquele estrangeiro (Santo António) e jamais suspeitaram dos seus profundos conhecimentos teológicos. Findo aquele período de reflexão, como que um noviciado, os frades franciscanos são chamados à cidade de Forlí para serem ordenados e Santo António é escolhido para fazer a conferência espiritual. E começa a falar. Ninguém até ali percebera até que ponto ele era conhecedor das Escrituras e como a sua fé e os seus dotes oratórios eram invulgares. Pelo que se sabe quando começou a falar imediatamente cativou os outros frades e a sua vida seria a partir daquele dia de pragador da palavra de Cristo. Percorrerá diversas regiões da actual Itália, entre 1223 e 1225. Por sugestão do próprio São Francisco vai ser mestre de Teologia em Bolonha, Montpelier e Toulouse. Quando S. Francisco morre, em 1226, Santo António vai viver para Pádua. Aqui vai começar por fazer sermões dominicais, mas as suas palavras tão cheias de alegorias eram de tal modo acessíveis ao povo mais ou menos crente, que passam palavra e cada vez mais se junta gente nas igrejas para o ouvir. Da igreja passa para os adros para conter as multidões que não param de engrossar. Dos adros passa a falar em campo aberto e é escutado por mais de 30 mil pessoas. É um caso raro de popularidade. A multidão segue-o e começa a fama de que faz milagres. Os rapazes de Pádua têm mesmo que fazer de guarda-costas do Santo português tal a multidão à sua volta. As mulheres tentam aproximar-se dele para cortarem uma pontinha do seu hábito de frade como uma relíquia. O bispo de Óstia, mais tarde papa com o nome de Alexandre IV, pede-lhe que escreva sermões para os dias das principais festas religiosas que eram já muitas na época. Mais tarde seria este papa a canonizá-lo. Santo António assim faz. São hoje importantíssimos esses documentos escritos, porque Santo António como pregador escreveu pouco. Apenas lhe são atribuídos Sermones per Annum Dominicales (1227-1228) e In Festivitatibus Sanctorum Sermones (1230). Sentindo-se doente, o santo pediu que o levassem para Pádua onde queria morrer, mas foi na trajectória, num pequeno convento de Clarissas, em Arcela, que Santo António «emigrou felizmente para as mansões dos espíritos celestes». Era o dia 13 de Junho de 1231. Depois, como é sabido, foi canonizado, em 1232, ainda se não completara um ano sobre a sua morte. Caso único na história da Igreja Católica. Já que nem São Francisco de Assis teve tal privilégio. Os santos como Santo António, há muito que desceram dos altares para conviverem connosco, os simples mortais, que tomamos como nosso protector e amigo. O seu sumptuoso sepulcro, em mármore verde em Pádua, na igreja de Santo António é o tributo do povo que o amou e é muito mais do que um lugar de peregrinação e de oração. Através dos séculos, a sua fama espalhou-se por todos os continentes. No dia 13 de Junho de cada ano, Lisboa e Pádua comemoram igualmente a passagem por este mundo de um português que pregou a fé e morreu em Pádua. Como todos os santos é universal.Nota: Texto retirado da internet, susceptível de algum erro factual.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
O Limbo
Neste dia do Corpo de Deus foi-me dado a observar o verdadeiro Limbo na Terra. Dispersos um pouco por todo o país (até já Tavira terá um, segundo o anúncio da TV), é agora novidade aquele que sob o nome Dolce Vita Tejo, se situa numa zona muito sugestiva, arrabaldes da Amadora, Odivelas, Pontinha, Caneças... Nele, uma mole humana de pobres de espírito, classificados na liguagem do marketing por classes C2 e D (traduzindo, classe média baixa com muito reduzido poder de compra, e pobres ou desgraçados, claro, sem qualquer poder de compra, ambas totalmente vazias do ponto de vista cultural), dizia eu, uma imensa mole humana, por algum motivo privada da Sua presença, vagueia, com expressão fantasmagórica, por corredores intermináveis, observando e sendo tentada por tudo e mais alguma coisa, na esfera do material, que jamais poderá adquirir. Meu Deus, que terá feito esta gente para merecer tal condição?quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Vitória da Direita em toda a linha...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Os "números" reais verificados nas eleições de ontem!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Declaração de Voto!
Indeciso entre a abstenção, o voto em branco, o voto no CDS ou o voto no PNR, decidi-me, finalmente, por votar no PNR, através do seu candidato às eleições europeis, Humberto Nuno Oliveira.Reintegrem-se estes territórios já, em má hora abandonados à sua sorte pelos traidores!
Se, democraticamente, dessem hoje a estes povos a possibilidade de voltar a jurar a bandeira portuguesa, não tenho dúvidas de que o fariam. O povo, não os que dele se servem para enriquecer na maior das imoralidades. Fosse Portugal, hoje, um país digno dos que o ergueram, e essa hipótese, naturalmente, se levantaria. Mas não passamos de uns badamerdas com medo de contrariar os ditames dos interesses, que sob uma máscara ideológica nos exploram, fazendo-nos definhar, primeiro, no orgulho, depois, espiritual e materialmente. Precisamos de Alguém que levante a questão da recuperação dos territórios que nos foram miseravelmente roubados, para a uns quantos serem entregues. Começando por Timor, começando pela Guiné. Porquê? Por uma questão de oportunidade face ao momento de maior instabilidade e desespero que aqueles territórios hoje vivem, clamando a nossa intervenção. Os outros, seguir-se-ão, naturalmente. E só queremos os que sentirem Portugal. O que o inspira? 500 (quinhentos) anos de história. 500 anos de sangue, suor e lágrimas, mas também de felicidade e realização, comuns. E, ainda que não querendo misturar as coisas, pois a causas distintas se devem, a não esquecer, nunca, Olivença.quinta-feira, 4 de junho de 2009
Andava a merecer. É aliás um daqueles exemplos de que se não fosse a mulher do "chefe" dificilmente ocuparia o lugar que ocupa...
Tanta é a falta de inteligência e incompetência profissional. Proporcional à arrogância e ao convencimento. Quanto ao senhor, não cabe neste post comentar tão sui generis personagem. Serviu para expor a senhora àquilo que há muito devia já ter sido exposta. Uma humilhação merecida. Terá lata para continuar? Em Portugal, é sabido, o que não falta é lata!
terça-feira, 2 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Parabéns ao Campeão Nacional!
Seria mau perder não endereçar ao novo campeão nacional de futebol os parabéns pela importante conquista.
sábado, 23 de maio de 2009
Aliados por aliados prefiro estes!
A dignidade portuguesa de então, por comparação com a dignidade portuguesa de hoje (se é que hoje existe alguma), na relação entre os dois estados aliados, é bem patente nas fotografias em que vemos os líderes políticos de Portugal e Espanha. E de certeza que Salazar não fez discursos em castelhano de trazer por casa.
Os socialistas ibéricos vistos pelos 4.500.000 desempregados de que são responsáveis!
O FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou nesta semana a previsão de que a Espanha enfrentará dois anos de retração na economia (com uma queda do PIB de 3% em 2009 e de 0,6% em 2010) e que o desemprego afetará em 2010 a 19,3% da população economicamente ativa, um recorde entre os países desenvolvidos (que tem neste momento uma taxa de desemprego média de 9,2% contra os 17,36% da Espanha).
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Deprimente demais esta imagem do que é Portugal hoje e, pior, do que será por muitos anos!
Não sei o que é pior! Se a fraqueza e falta de autoridade do estado português, com os seus representantes (democraticamente eleitos!?) a fugirem de rabo entre as pernas por uma porta das traseiras, se o analfabetismo patente naqueles estudantes de liceu, se os cânticos que se ouviam, demonstrativos da mais profunda ignorância, se a evidência de que não há esperança no futuro próximo, uma vez ser esta a estatura dos nossos políticos e dos nossos jovens. Enfim, tudo mau demais para ser verdade! Que tristeza, realmente, o país em que estamos hoje. Ai, Abril, Abril, foi para isto que traíste Portugal!?
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Ando deliberadamente "a leste"!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Homens...alguns homens...ok, vou apagar o post!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
O Luis XIV do Poço de Boliqueime em visita à Capadócia e a tal Democracia a que, afinal, não temos direito!
O facto de parecerem um casal bimbo a "passear-se" pela Turquia e pela tão sonhada (!) Capadócia seria de somenos importância já que cada povo tem o casal presidencial que merece. Mas, e que dizer da tão favorável opinião do presidente português acerca da entrada da Turquia na União Europeia? Nem sequer refiro aqui a minha opinião sobre essa eventual adesão à UE, pois não é desse aspecto que este post trata. Trata sim de observar a verdadeira relevância da tal democracia, que os esquerdóides nos vendem hoje como tendo sido a grande conquista do 25 de Abril, no dia-a-dia da vida dos portugueses. Democracia, penso eu, deveria pressupor que cada português, com pelo menos idade igual ou superior a 18 anos, de alguma forma pudesse dar a conhecer a sua opinião sobre os aspectos de interesse nacional que tenham dimensão suficiente para afectar a sua vida e a vida dos seus concidadãos. Ou que, na impossibilidade dessa opinião pessoal, cada cidadão pudesse ver reconhecida a sua opinião numa discussão que a sociedade, através de orgãos próprios e em sedes próprias, levasse a cabo. E, finalmente, que o poder político ficasse, pela ética democrática, vinculado à opinião da maioria. Acreditando que a entrada da Turquia na União Europeia, a concretizar-se, afectaria significativamente a vida de todos nós, não seria de esperar que antes do presidente ir para a Turquia, todo excitado e armado ao pingarelho, dizer que Portugal é a favor da entrada daquele país no espaço da UE, essa mesma discussão tivesse lugar em Portugal? Pergunto-me, quem encomendou àquela alminha, que quando deve não abre a boca alegando "interesses de estado", que fosse fazer turismo com a mulher para a Turquia e, de permeio, dissesse os absurdos que disse em nome dos portugueses? Por acaso perguntou a alguém o que os portugueses pensam sobre o assunto? Tinha no seu programa eleitoral alguma alusão ao tema que lhe legitime dizer o que diz? Quem se julga ele, o Luis XIV do Poço de Boliqueime? Ou é meramente um "engraxador" de oportunidade que não mede o que diz?quinta-feira, 14 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Movimento da Mensagem de Fátima
O que é?Os associados do Movimento da Mensagem de Fátima devem conhecer, viver e difundir a mensagem de Fátima. Esta associação está presente em todas as dioceses do continente e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
O que foi e é o Movimento da Mensagem de Fátima
1. Já longe vai o ano de 1926 quando o cónego Dr. Manuel Formigão criou a “Associação de Nossa Senhora do Rosário” cuja finalidade era ajudar os seus membros a “conhecer, viver e difundir a Mensagem de Fátima”. Passados dois anos o Senhor Bispo de Leiria transformou-a na Confraria de Nossa Senhora do Rosário de Fátima” aprovando os seus Estatutos. A 20 de Abril de 1934, o Episcopado português reunido em Assembleia Geral no Santuário de Fátima, aprova os primeiros Estatutos que transformam esta Confraria na “Pia União dos Cruzados de Fátima” como obra auxiliar da Acção Católica Portuguesa. O jornal “Voz da Fátima” era o seu órgão oficial.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Oração do Papa junto ao Muro das Lamentações
«Deus de todos os tempos,Na minha visita a Jerusalém, a «Cidade da Paz»,
Casa espiritual de Judeus, Cristãos e Muçulmanos,
Trago diante de Ti as alegrias, esperanças e aspirações,
Os julgamentos, o sofrimento e a dor
De todo o Teu povo espalhado pelo mundo.
Deus de Abraão, Isaac e Jacob,
Ouça o clamor dos aflitos, dos amedrontados, dos despojados;
Manda a tua paz à Terra Santa, assim como ao Médio Oriente,
A toda a família humana;
Agita os corações dos que clamam o teu nome,
Para que caminhem humildemente no caminho da justiça e da compaixão»
«O Senhor é bom para quem nele confia, Para a alma que O procura» (Lam, 3:25)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Exterminem-se os BPPs!
Bairros problemáticos, guetos e etc e tal!? Ponham-nos em condomínios fechados com piscina!
3.º - O que se passa hoje no Intendente (centro de Lisboa) também se deve a este bairro ser um gueto? Então porque estão lá tantos negros e brancos a vender cocaína e outras drogas à luz do dia, não sendo raras as situações de roubos e pancadaria?
4.º - Um sr. Ernâni da TVI (comentador, jornalista, de assuntos de criminalidade!) diz, de sorriso na boca, a propósito deste assunto, e em resposta a um tele-espectador (que ficou, claro, sem direito de resposta), que "antes" havia censura e hoje há apenas critérios editoriais. Pobre ingenuidade, ou talvez apenas fraca defesa do prato onde come. A tal censura, bem ou mal, visava a defesa dos valores do País e era esse o seu objectivo. As regras eram claras e sabia-se o que estava em causa. Já os chamados critérios editoriais visam, por um lado, os interesses económicos dos respectivos meios de (des)informação, por outro, a encapotada propaganda ideológica esquerdóide que permanentemente esses mesmos jornais e afins praticam. Prefiro a censura.
domingo, 10 de maio de 2009
Outra vez e sempre (este sim, sempre) o Condestável de Portugal - D. Nuno Álvares Pereira!
Percebamos todos a que devêmos falar português. Percebamos todos o que significa ser português. Não pelos "direitos e regalias", mas sim pelos Deveres. Não pelos interesses mesquinhos de cada um, mas pelo interesse superior de um Povo. Olhemos em frente, olhemos longe. Olhemos pelo Próximo. E rezemos pedindo a Deus (e porque não a São Nuno de Santa Maria, para que junto d'Ele interceda), que permita a Portugal, que permita aos, ainda, portugueses, ser dignos de todos, e foram tantos, os que morreram e lutaram por nós. Os que morreram e lutaram por Portugal. Tenhamos orgulho e honremos a nossa Bandeira.


















